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Mostrando postagens de Julho, 2014

Céu!!!

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Oi meu povo!

Então, vou começar o blá blá blá falando do primeiro disco da cantora paulista Céu, cujo título leva seu lindo nome. Ele foi lança do em 2005 mas, eu só o conheci ano passado, ao ficar curiosa por causa do nome que aparecia na lista dos artistas disponíveis para download no blog "Um que tenha". Aliás, esse blog é ótimo para quem gosta de "baixar" música brasileira boa e "desconhecida" pelo grande público.

Voltando ao Céu, e à Céu, pra mim foi uma grata surpresa ouví-la porque ela consegue integrar de forma muito agradável o moderno e o antigo, a batida eletrônica e o gingado do samba, música brasileira com cara internacional, lançando seu disco multicultural, poético e divertido e estreiando muito bem no mundo musical.

Produzido pelo compositor e multiinstrumentista Beto Villares, o disco começa com a "Vinheta quebrante" que exerce muito bem o seu papel de "quebra gelo" e deixa todo mundo curioso pra saber o que v…

"Sou feia mas tô na moda" - O Documentário.

Olá pessoal!

Eu vim aqui escrever sobre o documentário "Sou feia mas tô na moda" da diretora Denise Garcia, que estreou em 2006, e que eu só assisti no sábado passado, transmitido pela TV Cultura - sou fã dessa tv! - (eu e meus comentários sobre coisa velha...). Bem, como a intenção aqui não é divulgar, e sim opinar, lá vai...

Na minha adolescência eu achava engraçado o gosto do meu irmão Eliseu pelo funk carioca, na época do "Rap da Felicidade" dos MC's Cidinho e Doca ("Mas eu só quero é ser feliz / Andar tranquilamente na favela onde eu nasci / e poder me orgulhar / e ter a consciência que o pobre tem seu lugar) e o "Rap da Diferença", dos MC's Markynhos e Dollores ("Qual a diferença entre o charme e o funk / Um anda bonito, o outro elegante")... Nunca gostei daquelas letras pobres mas sempre curti o batidão numa fesa, como curtia o Maurício Manieri com o "Bota pra Mexer" e a Fernanda Abreu com o "Baile …

Retrospectiva: Agosto de 2010

Saí de casa para morar no Cruzeiro Novo. Me joguei na balada. Bebi igual uma louca, chorei como um bebê com cólicas, emagreci vertiginosamente. Depressão? Ô! Conheci um nego lindo, desses que enche a cama que é uma beleza... Dançava muito! Um cara que dança bem tem metade do caminho andado pra pegar quem ele quiser. E eu me joguei nesse carinha. Que delícia... mas ele matou a pobre vó dele para se livrar de mim. Primeira desilusão sexo-amorosa pós casamento. Nome do meliante? Marcelo. De quê? Marcelo do Caribenho. Vulgo "pretinho do inferno".
Depressão me esmagando, e eu tentando continuar. Olha só como eu me sentia: http://frutodevez.blogspot.com/2010/08/nao-consigo.html
Bjo 

sexta-feira, 19h29, 17 de junho de 2011

Ser mulher é o mais difícil

to aqui pensando na podridão do ser humano
Isaac diz ahahah comente. o seu vizinho stalker denovo?
Elizabeth Maia diz não antes fosse ele sumiu da janela sei lá antes era mais fácil, Zac as pessoas sabiam o que era a verdade e o que era a mentira o que era educado e o que era deselegante
Isaac diz antes do que?
Elizabeth Maia diz decidiam entre machucar o outro ou simplesmente se retirar ser polido e ser amável ser grosseiro, ser rude antes era tudo as claras é essa a impressão que eu tenho hoje, homens e mulheres vivem um eterno jogo nojento de se usarem e se machucarem mutuamente e a verdade não é mais a verdade é só a verdade de cada um mas cada um tem uma verdade que machuca e vai contra diretamente a verdade do outro e não importa se eu estou machucando alguém eu passo por cima desta pessoa se isso for me trazer algum benefício e essa sujeirada toda me enoja e me constrange a ponto de eu sentir vontade de pedir pra Deus me tirar de todo esse mundo nojento porque eu to cansada,…

Dona da alegria

Era só verdade,
Eu nem esperava
Eu nem mais chorava
Quando apareceu

Sentimento límpido
Um encontro mágico
Precisão cirúrgica
Só você e eu

Coesão enérgica
empatia ilógica
Mistura sinérgica
E a dor cedeu

O peito se desafogou
A cuca desanuviou
De treva, tensa e densa noite rompeu lindo dia
Dancei e cantei,
dona da alegria

Rio de Janeiro, 26 de maio de 2014