sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Atualizando

E aí? Tudo bem?

Comigo as coisas estão bem, graças a Deus, caminhando na normalidade. Comecei a fazer fonoterapia, fiz uma aula de canto com a Cris Delanno e pretendo continuar, estou tomando remedinho para combater refluxo e gastrite (nunca tive esse tipo de problema e agora minha barriguinha inventa essa moda). Este mês foi tempo de arrumar os cabelos: cortei e relaxei. Meus cachos adoram. Semana passada dei uma canja no Leviano Bar, na gig do Samba da Nega Rosa, cujo vocalista é meu amigo e padrinho Anderson Vaz.

Estou lendo o livro "O amor é um cão dos diabos", do Charles Bukowski. Estou enrolando há meses no livro "Mulheres que correm com os lobos", um livro interessantíssmo, mas pesadíssimo. 

Voltei a frequentar a igreja. Ainda não conheço ninguém e tenho a impressão que vou permanecer assim durante os primeiros meses. Tenho a impressão que Deus está trabalhando a minha dependência. Tenho percebido que eu dependo muito, e de forma negativa, das pessoas para fazer tudo, para me divertir, para ir à igreja, para me sentir amada, para me sentir segura. E eu sei que preciso de um pouco mais de autonomia. Tenho questionado o significado da solidão. Tenho tentado ser mais leve e colocar menos peso e exigência onde não é necessário. Tenho tentado ser menos exigente comigo mesma e com os outros. Tenho colocado minhas ansiedades nas mãos de Deus. Resolvi parar de orar por certas coisas e peço que Deus tome conta da minha vida e que Ele me dê de presente os sonhos que ELE tem pra mim. Tenho entendido que uma coisa é o que eu quero o outra é o que Deus tem de melhor pra mim. Fiz um pacote bonito e coloquei dentro dele coisas que significam os meus sonhos. Peguei o pacote e o guardei dentro de um armário que eu pouco uso no meu trabalho, simbolizando que eu não quero mais orar pelas minhas vontades, e sim pedir que venha o Reino de Deus sobre a minha vida, e que seja feita a vontade Dele. Entendo isso como um passo de fé.

Excluí minha conta no Facebook. Estou me sentindo tão melhor por isso. Lógico que isso trará alguns impactos na minha vida social, afinal todos os convites de eventos são feitos por lá, e nossa capacidade de lembrar de aniversários está vinculada ao lembrete da ferramenta, mas acho que minha decisão tem mais ganhos do que prejuízos.

Preciso ir à Brasília. Preciso ir à Manaus. Preciso conhecer o mundo. Preciso parar em casa para me organizar, ler e dormir um pouco.

É isso.

Beijo.

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