segunda-feira, 29 de julho de 2013

Opinião

Não me irrita aquele que é do contra, nem aquele que é a favor. Me descabela aquele que, sem opinião, não se posiciona em relação a nada.


Post estilo "Frases" da Revista Caras, né? Foda-se. 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Casinha nova

Não. Eu não vou me mudar de novo, não agora! Mas eu queria. Ah... Como queria!

Ainda divido apartamento com minhas queridas Sâmara e Marcela, com as quais eu me dou muito bem, e obrigada. Mas tenho sonhado cada dia mais com o meu cantinho de volta, um lugarzinho cheiroso e colorido, só pra mim.

As imagens que eu selecionei (todas tiradas da internet) são as que mais combinam com o momento que eu estou vivendo. Cor, conforto e descontração seriam as tônicas do lugar.

Desde que cheguei ao Rio de Janeiro esqueci minha antipatia a cor laranja e tenho admirado bastante. Gosto muito desse recurso feliz de colocar cor nas paredes.



Banheirinho realizável, eu te amo! Adoro esse chão, adoro essa mesa como suporte da cuba, adoro essa luminária, adoro as paredes de tijolinho, adoro o armário de madeira e adoro principalmente o tamanho desse lugar. Quem mora em grandes cidades sabe bem o quanto é caro e raro achar um imóvel grande e bem localizado.

Tenho tanta raiva e arrependimento de ter comprado o guarda-roupa que comprei no ano passado que qualquer armário me faz suspirar. Organização também me comove, mas pra eu manter um armário organizado vou ter que nascer de novo.

Então, abafei temporariamente minha vontade de ser mãe mas guardo a Palavra do meu Deus para mim sobre isso e sei que Ele não falha! Maaaaaaaaaaaaaas, tá vendo que delícia de quartinho de bebê? Amo esses ambientes infantis sem cara de show room.

Na minha casa atual minha lavanderia se resume a um tanque horrível que sempre entope e uma varanda no quintal da casa. Levo tudo pra lavanderia pra não precisar passar por aquilo, mas eu adoro cuidar das roupas em casa mesmo e essa máquina vermelha conquistou meu coração!

Meu lugar sempre favorito numa casa: o quarto! Eu AMEI essa cômoda amarela mas não sei se pintaria a parede do quarto desta cor. Se bem que compôs tão bem o contraste com o rosa (e eu amo rosa) que se pudesse copiaria este ambiente lindo todinho.

Ai, minhas cadeiras Bertoia! Eu tenho quatro cadeiras lindonas como essas da foto mas estão precisando de uma ligeira reforma. Mandei fazer novo estofamento para elas mas ainda precisam de uma nova cromagem. Vou providenciar em breve. Amo esse espelhão e quase comprei um bem lindo um dia desses, só não comprei porque na minha atual casa não tem onde colocar. Adoro também os quadros apoiados no chão.

Não só as Bertoias me chamam a atenção nesta imagem. Eu adoro esse lustre! Senti falta de um tapete aí debaixo da mesa.

Olha o espelhão aí de novo! Adoro esse chão de cimento queimado, adoro essa mesa de centro em madeira pra dar uma aquecida no chão, adoro esse sofá cinza. Aliás, sofás cinzas já foram motivo de post aqui no blog. Não sei se é poque tá frio aqui no Rio, mas eu senti falta de um tapete nessa foto.

Eu gosto de cozinhar mas não todo dia. eu gosto de ambientes coloridos, eu gosto de cozinhar, mas na companhia das pessoas, enquanto converso e tomo uma cerveja. Aliás, quando eu morava em Brasília eu tomava muito mais vinho do que tomo aqui no Rio. O clima mais ameno ajuda a ter vontade de cozinhar, receber amigos, beber vinho, ouvir música, aproveita a casa. Tudo ao mesmo tempo. Me jogaria nesta cozinha!

Então... eu tenho uma parede "OswaldoMontenegriana" onde eu fiz uma colagem de váááárias imagens bacanudas. Nunca mostrei aqui? Não creio! É a próxima foto. Enfim, eu adoro paredes com informação. Seria lindo ter um cantinho como este acima pra expor fotos e quadros.

A legenda já diz. Essa é uma das paredes do meu quarto. Aproveita e me acha lá no Instagram: @elizabethmaia2013


Não falei que eu gosto de paredes com informação?

Lá em casa tem uma escada gigante. Meu sonho é transformá-la numa galeria linda como essa aí!


Bem, por enquanto é só. Fico aqui na torcida pra me mudar logo pro meu ninho.

Beijos!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Será?

Que neblina é essa que agora encobre a luz que outrora dourava as encostas da cidade?
Que nuvem é essa que agora embaça a sombra cabisbaixa dos teus olhos?
Será teu amor vertido por outra que teu coração não deixou segurar?
Será a ligeira esperança de um coração agora livre a te esperar?
Será descaso? Será opróbrio?
Será teu próprio peito enchendo das águas
que a ternura minha não soube lavar?

O que será essa sombria ilusão de futuro sobre o vale dos teus versos?
O que será essa espessa massa de esperança que se acinzentou?
O que será de mim tentando te ventilar?
O que será do sonho a tatear no frio escuro do dia que é e que será?
Será que conseguiremos caminhar?
Será o amor a nos procurar?

Chove.
É a tristeza da chuva a nos depurar.
É a nuvem de amor a nos desanuviar.

Será?

22/07/2013 - 16:14

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ex-amor, gostaria que tu soubesse

Quantas vezes eu já prometi que nunca mais eu escreveria uma só linha a teu respeito, disparando toda essa rajada de amor e sorrisos ressentidos que eu esboço de um jeito mal feito toda vez que penso em você. Estou querendo dizer que vou bem, meu ex-amor, mas o meu conceito de bem caiu sobremaneira. Eu até acho que estou bem demais, mas satisfação é uma meta que nunca se alcança, não é mesmo? Aquilo que um dia era prioridade pra mim, amar daquele jeito delirante e principesco, foi-se embora na poeira da estrada. Ficou apenas a vontade de me jogar em cima do trabalho, seja este trabalho a música, o emprego, as novas amizades, os novos lugares, os novos sabores, os novos horizontes que hoje se apresentam.
Você também ficou pra trás, ex-amor. Não que eu tenha te substituído (e eu odeio essa frase cafona e clichê que fala sobre ser substituível ou não) mas aquele lugar que antes era teu continua vazio. As vezes eu acho que o novo amor está querendo ocupar o lugar que antes era teu, e onde eu hoje reino absoluta. Eu até queria dar esse lugar (que também é um presente) a alguém, mas não chegou ainda a hora, nem a pessoa.
Ex-amor, tanta coisa aconteceu nesse hiato de alguns anos. As vezes eu sinto vontade de fazer um diário dizendo, palavra por palavra, tudo que eu vejo, vivo, falo, como, transito, penso e sinto... Mas aí eu lembro que eu já tenho esse blog e que eu passo meses aqui sem escrever uma linha sequer, e as vezes eu também penso que mesmo que eu escrevesse todos os dias essa sinopse chatíssima sobre o quanto eu ainda mantenho você junto ao meu livro de cabeceira, você nunca veio e nunca viria aqui para nada, muito menos para ler tanta bobagem.
Meu coração não é mais aquele cachorro que caiu da mudança. Meu coração é meu, e ainda assim também é teu, com todas as reservas que a distância e o tempo podem nos proporcionar. Como eu já disse um dia: "Para sempre unidos. Para sempre separados".
Ex-amor, gostaria que tu soubesse...
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Este texto é mais um que eu escrevi há alguns anos atrás e ficou perdido entre meus arquivos.

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...