domingo, 2 de outubro de 2011

Quem é que não quer um grande amor?


Eu quero. E tenho medo, muito medo de entregar meu coração mais uma vez e ouvir a mesma coisa mais uma vez: "você é linda, inteligente, divertida, sexy e diferente de todas as outras, mas...":
  1. não serve pra mim, ou 
  2. não é a garota pela qual eu sou apaixonado, ou 
  3. vai se mudar da cidade, ou 
  4. não sou homem pra você (porque afinal você merece um cara melhor), ou 
  5. esta não é a hora certa pra eu me envolver afinal minha avó acaba de falecer (e eu a matei com o seu cinto que você esqueceu no meu carro na noite passada), ou 
  6. eu sou casado, ou 
  7. você não mora na mesma cidade que eu, ou 
  8. tenho uma namorada de mil anos, ou 
  9. blá blá blá blá blá to falando qualquer coisa em sânscrito porque é o único idioma que seu cérebro superdesenvolvido não processa... 
E assim por diante. 

Já ouvi todas essas mil desculpas fiadas, e na verdade só elenquei as frases acima pra facilitar a escolha do próximo 'Mr. Right' que quiser me dar um pé na bunda... e olha que eu nem vou exigir um fora novo e exclusivo. É só chegar e escolher. 

Não quero sofrer mais. Por isso, é melhor me afastar antes que eu escute um outro "mas..."

Estava aqui assistindo um filme da década de 90... eu era uma adolescente magrela e despreocupada quando assisti esse filme na Sessão da Tarde pela primeira vez. Pra mim era só mais uma historia hollywoodiana e açucarada de amor, mas agora faz todo o sentido e estou me sentindo uma idiota em plena madrugada de domingo. Olha só isso:




Vou terminar de ver o filme agora. Bom domingo pra vocês.

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