quarta-feira, 27 de julho de 2011

É só trabalho. Não é a vida...

Estou muito cansada e preocupada. Quero colo. Quero chegar em casa e esquecer de tudo, só aproveitar... mas tá difícil. Ando sem tempo pra nada. Não sei o que fazer. Minha ansiedade pra ir pra São Paulo já passou. Ainda desejo isso demais, mas, diferente de antes, não estou mais esperando isso como se fosse a salvação dos meus problemas. Vou resolvê-los por aqui mesmo. Mas lutar sozinha pelas coisas que eu quero é difícil demais.

Mas eu consigo! ;)

domingo, 24 de julho de 2011

Minha vizinhança é estranha

Tenho uma vizinha cuja janela fica exatamente na frente da minha. Disconfio que a sala que ela ocupa seja a filial de uma lavanderia pois o apartamento está sempre TOMADO de roupas penduradas, inclusive a janela. É horrível, parece um cortiço, sempre tem ela, uma outra moça, e um menino de uns oito anos de idade... e aquela rouparada que impede minha discreta curiosidade de conhecer mais a respeito dela. Acontece que hoje, por causa dessa ventania absurda e deliciosa que rola aqui em Brasília nessa época de estiagem, uma peça gigantesca (parecia uma bolsa enorme de tecido, dessas sacolas de viagem, voou pela janela, deu várias piruetas no ar e caiu fora do prédio, no meo do barro vermelho... e ficou lá sendo arrastada pelo vento cada vez mais para longe.

Quanto mais o objeto se arrastava mais eu ficava agoniada, porque como diz minha amiga Raquel Reis, eu tenho essa mania de me colocar sempre no lugar do outro, e invariavelmente me preocupar com ele. O que a mongol aqui fez? Ficou gritando na janela para que a vizinha prestasse atenção em mim. Paguei papel de maloqueira em pleno Lago Norte. Elegância nível ZERO. Quando ela finalmente resolveu "abrir o mar" de roupas entre nós, eu avisei que a bolsa tinha caído e ela simplesmente se virou para dentro, avisou uma outra moça que estava lá dentro, e saiu dda janela. Assim, simples assim. Não sorriu, não agradeceu, não fez nenhum sinal de agradecimento por ter sido avisada. E eu fiquei na janela de cá, observando aquela situação. A gente sempre espera pelo menos um sinal de educação, né? Cobrar simpatia é pedir demais. Deus prometeu o pão. Manteiga é luxo. Como disse uma vez o Ulisses Guimarães (meu pai que repete isso, eu nem sei se foi ele mesmo): "Eu perco a eleição mas não perco a educação!".

Falando em vizinho: meu vizinho voyeur se mudou. unca mais o vi, nunca mais ouvi aquele toque indiscreto do rádio da Nextel que ele usa, nunca mais a voz dele berrando com o cara que estava do lado dele, nunca mais nada. A janela dele (outro cortiço pois sempre tinha toalhas e camisetas penduradas na janela) vive fechada e com as cortinas cerradas. Tah bem, né? :D

Em cima da minha kit mora uma cantora de samba, que gosta de samba de raiz e de Roberta Sá. Ela tá lá cantando agora. Acho a voz dela (da vizinha) bem bonita, timbre bonito, afinada, voz fofinha. E ela canta música boa. Que bom.

Chega de falar da vida alheia. Vou ali pois tenho muita coisa pra fazer.

Beijos, e bom domingo!

sábado, 23 de julho de 2011

Se eu soubesse... te abandonava prostrado aos meus pés

Chico Buarque é desses que eu detestava, e um dia descobri que não conseguiria mais viver sem. Ouça isto:

Ah, se eu soubesse não andava na rua
Perigos não corria
Não tinha amigos, não bebia
Já não ria a toa
Não enfim, cruzar contigo jamais

Ah, se eu pudesse te diria na boa
Não sou mais uma das tais
Não ando com a cabeça na lua.
Nem cantarei 'eu te amo demais',
Casava com outro se fosse capaz

Mas acontece que eu saí por aí
E aí, larari larari larari larara

Ah, se eu soubesse nem olhava a lagoa
Não ia mais à praia
De noite não gingava a saia,
Não dormia nua
Pobre de mim, sonhar contigo, jamais

Ah, se eu pudesse não caía na tua
Conversa mole outra vez
Não dava mole a tua pessoa,
Te abandonava prostrado aos meus pés,
Fugia nos braços de um outro rapaz.

Mas acontece que eu sorri para ti
E aí larari larara lariri, lariri
Pom, pom, pom, ...

Ah, se eu soubesse nem olhava a lagoa
Não ia mais à praia
De noite não gingava a saia,
Não dormia nua
Pobre de mim, sonhar contigo, jamais

Ah, se eu pudesse não caía na tua
Conversa mole outra vez
Não dava mole a tua pessoa,
Te abandonava prostrado aos meus pés,
Fugia nos braços de um outro rapaz.

Mas acontece que eu sorri para ti
E aí larari larara lariri, lariri...




"Mas acontece que eu sorri para ti... e aí larari, larari, larara..."

Sei como é, Chico, querido...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Mais um descobridor de mim

Tem gente que não precisa de muito tempo pra mudar a vida da gente, não é? Passei a última semana na companhia de alguém que me observou, me capturou e me mostrou tanta coisa a respeito de mim que eu fico espantada com o poder de percepção do ser humano. A gente acha que não está sendo notada e de repente vem alguém e nos lê inteira.

Domingo conheci uma pessoa que mudou a minha semana inteira (ela tinha sido programada para ser um completo tédio) e que me disse coisas que me fizeram pensar muito a respeito de uma mudança de postura necessariamente urgente da minha parte. É assim: vem alguém que te nota em 3 segundos, e quando abre a boca muda sua vida para sempre. Provavelmente eu não verei esta pessoa nunca mais na minha vida, mas em segundos ela me marcou porque me disse coisas que ninguém me disse antes, por falta de percepção ou falta de coragem.

Essa semana foi cheia, muito cheia. Ontem fui pro show do Emicida e da Flora Matos. Foi incrível. Hoje eu fui pro show da Dhi Ribeiro. Foi massa. Estou mortinha de cansaço. Vou dormir.

Boa semana pra vocês.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

My reflections are protections...

Dormi, de ontem para hoje, às 4hh50 da matina, papeando ao telefone com uma pessoa muito querida. Estou mortinha de cansaço, mas estou bem, estou leve, estou feliz, e acordei meio dançante com essa música na cabeça:



Por favor 
Por favor seja meu filtro de luz 
Brilhe, me faça de abrigo Para esconder, 
porque o amor te faz perder a vista 
E agora a procura da festa está no caminho dela 
E a maré de luzes no meu rosto 
Todas as sombras que eu caminho 
Arqueam na minha volátil derme 

Meu reflexos são proteção 
Eles vão me manter longe da destruição 
Minhas direções são distrações 
Quando estiver pronto, 
venha para a luz 

Linhas 
Projetam uma trilha 
Brilham, recortam as formas escuras para achar 
Ainda que já tentei 
Só o tempo é o guia do amor 
E agora os trilhos caíram 
E o estêncil traça o rosto 
Nossos esboços do pôr do sol 
São só frágeis silhuetas 

Meu reflexos são proteção 
Eles vão me manter longe da destruição 
Minhas direções são distrações 
Quando estiver pronto, 
venha para a luz.

Fonte da tradução: http://toptvz.com.br/la-roux/reflections-are-protections/traducao

Segredo nos lábios

Sorri no meio da noite
essa tua boca de lábios finos
e riso contido,
como quem se contém
na criação, na saliva,
na porra inteira da vida...
Como para lembrar da tua covardia infinita
de esperar a chegada do sol
que te queime a face,
que te doure a pele,
que te destaque a sombra,
que te invada a sala,
que te roube a segurança,
que te finde o sono,
que clareie a saga,
que ilumine tudo,
que disfarce os limites
entre o possível e o imaginável.

Tu me dizes que tens medo
e aconselho:
não se entregue hoje.

(Eu percebo
e desconfio)

No fundo sei que não é hoje
nem nunca.

Tá vendo aqui minha boca carnuda?

terça-feira, 12 de julho de 2011

Concurso Dataprev

Primeira boa notícia da semana: saiu o resultado preliminar do concurso da DATAPREV, aquele que fui fazer neste dia. Para a região sudeste são 14 vagas e, a não ser que eu tenha feito um ranking muito mal feito, EU ESTOU EM QUARTA COLOCAÇÃO! Obrigada, Papai do Céu!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fim de semana agitado, e eu querendo sossego.

Sinto muito frio e meus pés estão cansados. No último fim de semana eu fiz, pensei e li muitas coisas. Estou cansada. Na sexta eu saí para comemorar o fim do semestre com meus ex-estagiários. Fomos ao 2º Cliche: Chatô e Talita, Fabi e Thiago, Thai, Eu, João e Pri, os professores Angélica e Otacílio, Marcelo, Cleila e David, e depois Pixa apareceu por lá. Foi bem divertido. Sempre é divertido quando estou com eles. De lá fomos pro samba no Calaf, e foi mais ou menos, como sempre. 

No sábado, como falei neste post, fui pra casa da Queline para de lá ir ao casamento do Rafa, na companhia da Lai e do Lu. Encontrei lá também meus antigos colegas de trabalho: o Rodrigo, que já foi meu chefe, e a Érika Silvana (com quem eu praticamente não convivi). Foi engraçado. Eles são divertidos. O casamento foi muito bonito e eu fiquei pensando a respeito de 3 coisas que o celebrante falou:

  1. A importância do elogio no cotidiano de um casal, e eu entendi que o elogio tem duas funções principais numa relação: dar reconhecimento ao esforço que o cônjuge emprega para se manter agradável, elogiável, amável, etc., e motivar para que o parceiro continue em busca da melhoria constante.
  2. A possibilidade ideal dos cônjuges "navegarem" um na mente do outro. Minha interpretação: navegar significa acompanhar o raciocínio (isso não significa pensar da mesma forma), entender a forma de pensar, prever as aspirações do outro,  e por aí vai. Muitas vezes as brigas num relacionamento começam porque o que ocupa a mente de um nem passa pela cabeça do outro, o que é importante e vital para a satisfação de uma pessoa nem chegou a ser considerada pela outra... Achei esse raciocínio lindo;
  3. Achei curiosa a parte em que a noiva bebe do mesmo cálice que os pais do noivo, e este, por sua vez, bebe do mesmo cálice dos pais da noiva. Minha cabeça viajou na referência do cálice e sobre isso eu prefiro perguntar ao noivo.
Eu acordei cedo no domingo pra voltar pra casa pois dormi na casa da Queline, e quando eu finalmente terminei o que tinha pra fazer em casa e pedi aquela pizza domingueira pra relaxar, Alexia me chama pra ir com ela a um samba da Roda do Chopp. Fui, dancei, me diverti, conheci gente divertida, e foi muito legal. 

Agora é me jogar nas muitas coisas do meu trabalho esta semana, e esperar com fé duas notícias muito boas que aguardo: uma hoje e outra na sexta. Quando rolar eu conto aqui.

Beijos e boa semana!

domingo, 10 de julho de 2011

Como descobrir a autoria das imagens que salvei da web?

Momento confessionário: eu quase nunca sei de onde tirei uma determinada foto da internet. Visito sites legais, guardo o que gostei no meu computador (sem alterar o nome do arquivo), depois uso da maneira mais "sem-vergonha) no meu blog, e honestamente me sinto constrangida com isso. Mas agora meus problemas acabaram! 

A Vivianne Pontes divulgou hoje uma forma super bacana de descobrir de onde eu arranquei a imagem, me dando a possibilidade de reparar meus pecados: é a ferramenta de busca do Google "Pesquisa por Imagem". Quer saber como fazer? Clica aqui: http://www.google.com/insidesearch/searchbyimage.html

Quer visitar o blog da Vivianne? Clica aqui: http://www.decoeuracao.com/

Legal demais, né? :D

Seja marginal, seja off line.

Dia lindo em Brasília e eu só vi porque acordei cedo na casa da minha querida amiga Queline, após ter dormido lá em razão do casamento do Rafa e da Vi, que fui com os amigos Laiane e Luciano. Quisera eu mudar de hábitos e acordar cedo e sem ressaca aos sábados, domingos e feriados para presenciar este céu azul perfeito que se apresenta sempre na época da estiagem aqui em Brasília. Uma coisa de cada vez. De todas as coisas que quero abandonar, foi no meio da minha última bebedeira que eu dei início: cheguei em casa muito bêbada e desativei minha conta no facebook. Quem sabe agora funcione. Preciso abandonar alguns hábitos horrorosos e, se eu quero mudar de vida a hora é agora: enquanto espero ir embora de Brasília preciso largar aqui os hábitos que aqui adquiri e ir mais "limpa" para uma nova vida que eu não faço a mínima idéia de quando começa:
  1. Eliminar a preguiça de acordar cedo no sábado e domingo. Se eu puder acordar entre 8h e 9h da manhã nestes dias está mais do que bom. Melhor do que acordar em torno do meio dia como sempre acontece. Queria fazer, no fim de semana, coisas que pessoas normais fazem: cuidar da ordem da casa, ler o jornal, assistir esportes pela tv, ir ao supermercado, cozinhar ouvindo música, etc, etc, etc... Penso que se eu conseguir levantar, me vestir e fazer café da manhã, o resto é consequência;
  2. Ser mais "desconectada" e fazer mais coisas do mundo real. Preciso ocupar minhas mãos e minha mente com as coisas do mundo prático que as vezes acabam ficando em segundo plano na minha vida. Passo muito tempo "on line" (talvez com medo de me sentir sozinha) e isso acaba me expondo demais. Aí você pergunta: "Mas o blog não seria também um veículo de mega-exposição da pessoa?". Seria. Se fosse frequentado. Eu tenho mais ou menos 80 visitas diárias no meu blog, mas todo mundo vê coisas muito específicas (basta ver ao lado os posts com mais números de visitas). Ninguém lê esses textos longos em que eu me abro. Pouca gente conhecida vem aqui, ninguém comenta, e assim eu me sinto feliz com o blog: posso desabafar, ninguém me conhece, as pessoas não voltam, e eu sigo adiante. Eu me expunha demais no Facebook, e sempre que chegava bêbada era lá que eu ia desabafar a acidez das minhas críticas, frustrações e solidão. Eu não quero mais isso. Além do mais, lá eu estava atenta à exposição das pessoas, e algumas coisas me feriam. Não dava! Sabe aquele lance de você gostar de um carinha X e ele não ligar nem um pouco pra você? O carinha X em questão está num novo (ou nuns novos, não sei) relacionamento, e eu não quero acompanhar essa coisa toda no meu mural. Eu poderia excluir tudo isso que me incomoda, mas juntei a fome com a vontade de comer, e se o ditado diz "os incomodados que se retirem", a carapuça serviu em mim e eu me mandei. Prefiro vir aqui e escrever um texto onde, quem ler, vai entender muito mais sobre mim do que seria possível em um número reduzido de caracteres. Enfim: programei Skype e MSN para não mais se conectarem quando ligo o computador, excluí a conta do Facebook, o twitter eu quase não uso. Vou me concentrar no e-mail, no blog e no Google Reader. E já ocupa demais meu tempo. Quer saber mais? Estou num momento mais propício para ficar sozinha, quietinha na minha casa, do que para sair pra expor a figura, e isso inclui o mundo virtual. Quero sossego. Quero ficar só.
  3. Parar de beber. Meu Deus, me ajuda! A melhor coisa de quem não bebe é justamente a indisposição de fazer isso. Quando eu não bebia (até pouquíssimo tempo atrás) eu detestava gosto de álcool na boca. Chegou a fase que eu bebia pra não ficar diferente dos outros (isso já adulta e morando fora de casa, não estou falando de nenhum adolescente em busca de aceitação!), hoje eu sinto vontade de beber. Acho isso uma merda. Não quero mais beber. Não sou do tipo que toma todas, vomita, tropeça, causa acidentes, arranja confusão, nada disso. Mas meu latente espírito crítico fica rigoroso demais pra umas coisas e deveras "molenga" para outras. Falo bobagem, crio coragem pra deixar a "verdade" sair, machuco com palavras, pago micos com a linguagem, inclusive a linguagem corporal. Creio que nunca fiz meus amigos passarem vexame, mas não quero correr o risco.
Honestamente, agora quero tratar de operacionalizar a saída destes elementos ruins da minha rotina. Creio que serei uma pessoa melhor e mais satisfeita comigo mesma se conseguir realizar estes três projetos.

Apesar de chegar a estas conclusões não estou arrependida de nada. Penso que a gente toma decisões na vida em razão dos recursos que a gente tem disponíveis no momento, recursos financeiros, emocionais, espirituais, intelectuais. Não tenho lugar para culpa. Sei quando fiz bobagem. Pode demorar um pouco mas sempre chego junto do problema e tento reparar da maneira que for possível. Desta forma não resta lugar para a culpa. Eu não preciso carregar isso. Estou me sentindo bem, saudável e em harmonia comigo. Me sinto bem assim. Acordei cedo num domingo lindo e já vi a cor do céu e o brilho do sol. Vou fazer minha listinha de tarefas para hoje e vou cuidar da vida. 

E o som que tá tomando conta da minha radiola nesse domingão é a batida de "Sincerely, Jane", na voz da Janelle Monáe, que eu acabei de conhecer por indicação do Kamau, no Twitter. Se você quiser escutar um som leve e envolvente, tipo som de acordar num domingo se sentindo uma nega linda (como eu estou me sentindo hoje), vale a pena escutar toda a seleção do youtube. É só clicar neste link, plugar o pc no aparelho de som, e deixar rolar. Ou então assista o vídeo abaixo.

Bom domingo pra vocês!

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Essa minha paixão por botas

Devo confessar que sou apaixonada por botas, mas moro num lugar onde o uso fica bastante limitado. Brasília é assim: um friozinho delicioso a partir da noite, madrugada e início da manhã, mas não ouse sair de casa sem um plano climático "B" para se vestir, pois após às 9h da manhã o calorão e a secura castigam. já te contei que aqui no DF somos adeptas da "moda-cebola"? Funciona assim: Você sai de casa toda cobertinha com camadas: uma regatinha básica, uma camiseta de manga, uma camisa de manga e uma jaqueta. Ao longo do dia você vai tirando essas camadas de roupa ao passo que o calor vai aumentando. E no fim do dia vai recolocando as peças porque a temperatura vai caindo com o sol.

Eu gosto muito de botas, mas por causa da temperatura aqui eu só tenho três:

  1. uma preta de cano curto (hoje, por acaso estou com ela) com salto de uns 10 centímetros, e apesar disso confortável;
  2. uma marrom de cano longo e salto baixo (deve ter uns 5 cm de salto);
  3. uma recém-adquirida marrom de cano alto e salto alto (deve ter uns 12 ou 13 cm).
A bota preta eu uso direto pra trabalhar. Ela é confortável e básica, vai com todas as minhas calças e eu adoro usar com jeans e camiseta ajustadinha. A primeira bota marrom que eu mencionei usei pouquíssimo: nas três vezes que fui ao Rio Grande do Sul, ano passado, com vestido curto uma vez aqui em Brasília, e uma ou duas vezes em Sampa. Eu gosto muito dela pois ela é toda acolchoada por dentro, esquenta a canela que é uma beleza e eu posso andar o dia todo que ela não me cansa... no entanto o mesmo acolchoado junta todo meu suor... e eu tenho hiperidrose. Resultado: só posso usar poucas vezes, e MUITO CUIDADO com a higiene da bonita!

Essa última aquisição é mais ou menos nesse modelo (o couro da minha é um pouco mais claro):

O fato é que eu fiquei com dúvidas de que forma poderia usar a minha, de forma que ela fosse melhor utilizada... porque uma coisinha linda daquelas não pode ficar guardada impunemente. Então fui buscar referências na internet e descobri que dá pra fazer muitas gracinhas com ela.

Usar com short ou bermudas (odeio bermudas - sou do tipo que usa short ou calça, ou é curto ou é longo, e o mesmo vale para os canos das botas):


Usar com saias ou vestidos:

Que grávida mais elegante, minha gente! Adoro o terninho longo disfarçando o vestido justo.

Eu não curto roupas com estampa xadrez, mas essa padronagem discreta me fez repensar. Lindinha, né?

Tá com frio? Usa assim: segunda pele + vestido + meia + bota. Eu, particularmente, não gosto. Na hora da friana boto uma calça.

Com esse vestidão confortável eu usaria! :D 

Achei fofo. Adoro esse vestidinho jeans. Eu já usei, mas me deixa "reta".

E o clichê que eu adoro: Bota por cima da calça justa!

Essa é a ideal pra Brasília. Esquentou? Tira a sapatinha da bolsa e arrasa!

Olha a "over knee" sonho de consumo ali atrás da Miley Cyrus!
Já falei da Over Knee, essa botona linda, aqui neste post e só não comprei uma porque nunca achei uma bacana aqui, só aquelas de "traveco dos anos 90" das sapatarias ordinárias do Conjunto Nacional.

Chega de firulas. Hoje é sexta-feira, dia de arrasar no visual. Mais tarde vou assistir o trabalho de final de curso dos meus amigos na UnB e depois vou tomar "meus bons drinque" com eles num boteco, porque tô linda, tô bem acompanhada e vamos arrasar. :D

Tchau, gente!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Tweet 2

Quero chorar. Tenho motivos felizes e tristes pra fazer isso. Posso chorar uma vez só por duas emoções. Que tal?

Sou durona.

Além disso, odeio ter que retocar o rímel.

Tweet 1

Eu sou uma apaixonada por tudo que faz meu sangue acelerar dentro do corpo. Tem sensação mais deliciosa do que sentir o coração bater mais forte? Meu trabalho tem me ocupado muito e isso tem sido um alívio para a minha cabeça.

Os desafios profissionais que eu tenho encarado, poucos arquivistas com o mesmo tempo de formação que eu encarariam. Em todas as coisas Deus têm me dado vitória.

Agradecimento

O doce e o amargo, o calor e o frio, a meiguice e a rudeza, a fome e a saciedade... Todas as sensações adversas do mundo reunidas na caixa do mesmo dia e meu ânimo permanece flexível e equilibrado. Pra tudo há tempo no mundo. Em todos os tempos há Deus segurando na minha mão e controlando tudo.

Obrigada pela minha vida profissional, meu Deus. Obrigada porque Tu me abençoaste e me tornou capaz. Obrigada porque eu consigo gerar soluções com a ajuda dos meus colegas. Obrigada porque eu conheço pessoas que colaboram comigo o tempo todo.

Obrigada por essa profissão tão linda e tão importante que eu tenho.

:D

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...