To por aqui, entre os amigos, a mudança, as leituras e a Copa do Mundo

Oi gente! Tudo bem?
Eu estou tranquila, serena. Algumas coisas estão se resolvendo, sendo concluídas na minha vida. E o melhor é que estão se resolvendo com paz e com amor. Só de saber que é assim eu já fico muito feliz. Uma vez alguém me disse que a gente precisa aprender a entrar e sair das situações com elegância. E eu acho que elegância é paz, é diálogo, é carinho e respeito. Então fico feliz por estar neste caminho. Odeio me envolver em barracos. Também estou doida para iniciar novos projetos, que dependem da minha mudança para Sampa para serem executados
Estou com saudade das minhas amigas, com um pouquinho de exceção da Kissu e da Dricat, que eu encontrei pra papear na tarde da terça passada. Talvez a gente se encontre na próxima terça para assistirmos o jogo do Brasil x Coréia do Norte, na Copa do Mundo de Futebol. Estamos numa dúvida: vamos onde tem música ao vivo, ou vamos onde tem dose dupla de caipirinha? Oh, dúvida cruel!
Lendo o Revide do Eduardo Araújo lembrei de como as ruas estavam mais verde-amarelas nas copas anteriores, as pessoas mais motivadas, as lojas mais enfeitadas... copa sempre foi um acontecimento festivo, e este ano parece que a galera tá meio desanimada... pra melhorar, decidi que quero ver os jogos com minhas amigas, e vou comprar uma camiseta verde e amarela... Vou entrar no clima. Talvez minha diarista esteja certa quando esbraveja furiosa dizendo que o brasileiro só se empolga pra Copa depois que o time mostra algum serviço. Talvez seja isso.
E por falar em Copa... ontem eu passei na livraria leitura e adquiri mais alguns filhotes:
  1. A misteriosa chama da rainha Loana, do Umberto Eco, que me fisgou pela resenha. Leia o conteudo do link e verá porque me identifiquei: porque arquivistas são especialistas em construir histórias e memórias a partir do caco, do fragmento;
  2. Paris 98, do Mário Prata, pra entrar no clima de Copa do Mundo;
  3. Ministério do Silêncio, a história do serviço secreto brasileiro, de Washington Luís a Lula, de Lucas Figueiredo. Uma história contada a partor da pesquisas em documentos de arquivos. Este eu não sei se ponho ou não junto com meus livros "profissionais". Ando tão arquivista ultimamente! :D
Bem... é isso. Ando tão atarefada com as tarefas da pós que não sei quando vou abrir um destes para ler, mas tenho fé!
Preciso relaxar.
Beijos!

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