segunda-feira, 8 de março de 2010

Sampa

Oie!

Tudo bem? Eu tô legal. Aliás, eu tô ótima. Estou escrevendo daqui do aeroporto de Congonhas, em SP. Já falei que eu adoro esta cidade? Acho que já, né? Mas só umas 587 vezes. 

Este fim de semana foi tudo de bom. Queria ser mais do que uma Beth pra aproveitar tudo que eu previ pra mim, todos os museus que queria ter ido, todas as baladinhas legais que acontecem todos os dias, ter caminhado no Parque, ter ido a mais shows, ter aproveitado todas as milhares de possibilidades que esta cidade oferece. Pena que não moro aqui, mas juro que isto eu resolverei em pouco tempo. Podem falar mal de SP, dizer que tem congestionamento, alagamento, criminalidade e etc... eu não estou nem escutando. Combinado?

Eu vim aqui fazer uma prova de concurso. Por isso vim no esquema “bate-volta”, e já estou voltando hoje para Brasília. Mas posso dizer uma coisa: aproveitei o que eu mais gosto em São Paulo: a noite! No sábado eu fui a um bar/restaurante/casa-de-shows chamado Geni, e confirmei todas as impressões que tive ao visitar o site do lugar: 
  • os ambientes são lindos e super confortáveis; 
  • a decoração é um show a parte (imagine paredes escuras pontuadas por adesivos prateados e espelhos redondos de todos os tamanhos, aquela iluminação de festa incidindo sobre os espelhos é um espetáculo!); 
  • um ar meio “retrô”; 
  • caipirinha da melhor qualidade (aliás, aqui em SP nunca tomei uma caipirinha ruim); 
  • gente bonita transitando; 
  • e a música..... ai. A música!!!!! Imagina a empolgação quando eu entrei no lugar e começou a tocar “Deixa”, seguida de outras músicas ótimas... foi simplesmente a melhor discotecagem de samba rock que eu já ouvi na vida! Quando a banda entrou, energia geral. Eu já tava meio empolgada com a discotecagem, cheguei junto da beira do palco e dancei a noite toda!
Eu, que estava toda receosa em sair sozinha, comprovo, mais uma vez, que sair sozinha é MARA, e só não se diverte sozinho quem “é ruim da cabeça ou doente do pé”. Affffffff! Sabe o que é incrível? Toda vez que eu saio em Sampa eu acabo interagindo, conhecendo gente, papeando, dançando junto... em Brasília isso é impossível! Juro! E digamos que eu sou das pessoas mais “sociáveis” e “interagíveis” que eu conheço. Portanto, isso não é um problema meu, e sim de Brasília.

No domingo acordei cansadona pra ir pra prova. Tomei aquele café da manhã bonzão e fiquei NOVA! Prova de concurso com vaga pra arquivista é sempre festa, né? Mesmo sendo fora de Brasília. Encontrei desta vez a Dani, que estudou comigo na UNB e que mora aqui em SP. Encontrei também o Orlandinho “Mancha”, que se for meu colega aqui em SP (sentiu a confiança de que vou morar aqui em breve, né? rs...) vai poder assistir a todos os jogos do seu amado Palmeiras. Apesar da minha exagerada confiança (afinal eu quase sempre exagero em tudo), a prova estava bem difícil, confusa, cheia de “pegas” muito discretos, densa, cansativa. A parte de Arquivologia foi bem pesada, pois das 60 questões da prova, 40 eram de Arquivologia. Preciso estudar mais. Da última vez, fiquei em segundo lugar e “bati na trave” porque só tinha uma vaga. Sinto que se eu estudar mais Arquivologia vou fazer gol. ;) O que eu achei um absurdo foi o fato da prova começar às 13 horas (logo, tínhamos que chegar ao meio dia), e ter apenas 3 horas de duração. Qualquer prova que eu ja fiz tinha uma hora a mais. 

Bem... saí da prova e fui pro hotel porque estava muito cansada. Dormi, acordei às 18 horas e comecei a assistir TV, certa de que não ia sair. Começou a bater uma solidão terrível... não aguentei... tomei um banho, botei um salto e fui saracotear... afinal, estar aqui e ficar em hotel é muito baixo-astral, né? Ainda mais que maridão estava na farra também (ontem teve show do Guns and Roses em Brasília, marido comprou ingresso, camiseta, chamou os amigos e foi fazer um programa de cuecas. Nada mais justo que ele também se divirta!). 

Fui ao Studio SP, na Rua Augusta, programinha “abençoado” pelo Simoninha, que divulgou no Facebook e eu fui lá conferir o som. Curti a banda Sandália de Prata (e a moça aqui jurava que o Simoninha ia tocar, e não tocou. Snif...). Cê acredita que eu cheguei nele e a gente engatou num papinho? Antes que negras perucas pensem mal... as expressões “chegar junto” e “engatar” significam “se aproximar” e “puxar um papo descompromissado”, ok?

Enfim, mais uma vez dancei horrores, e no final conheci um pessoal de uma academia de dança que deram SHOW a parte, formaram o baile na pista... ARRASARAM! Quero, quando mudar pra SP, socializar geral com esse pessoal, pra aprender a dançar honestamente e ainda conhecer gente. Já imaginou que galerinha divertida? Como lá a banda acabou de tocar cedo (por volta das 22h45. Oxi!!!!), saí de lá direto pro meu querido Grazie a Dio, na Vila Madalena. A decoração mudou um pouco. Na última vez  que fui ao Grazie cheguei cedo e reparei que havia um clima ligeiramente “praiano” na decoração. Desta vez não vi nada disso, mas vi um palco maior, de concreto, e um “mezanino” de madeira que havia ao lado do palco foi substituido por algo mais feio. Não entendi. Mas a música estava muito boa também. Dancei ao som do Sambasonics. Sabe o que é mais incrível???? Olhei para a cabine do Dj e vi o mesmo Dj sensacional da noite anterior. Nem preciso dizer que pirei, né? rs...

Hoje, dia da volta, eu acordei, tomei café (aliás, basicamente comi proteína e tomei muito suco de laranja), tomei banho, arrumei minhas coisas e comecei a viagem de volta. Estarei em Brasília depois das 18h15, mas já estou sonhando com as coisas boas que me esperam no fim de semana que vem em Porto Alegre. Mas fico com o coração apertado, desejando voltar logo a esta cidade mágica.
Músicas da minha trilha sonora em São Paulo
  • Deixa, da Cláudia;
  • Tirou onda, da Paula Lima;
  • Mal acostumado (que eu não sei de quem é, mas é uma música linda, e que me marcou no último sábado).
Um beijo!

Amor de verdade eu só senti com você, meu bem... e todas as loucuras desse nosso amor você me deu também

Pós-post: Só pra deixar registrado que no avião conheci uma pessoa hilária e super agradável: o Wagner. Um abraço pra você, querido!

Nenhum comentário:

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...