terça-feira, 30 de março de 2010

Estas palavras na minha memória sempre recente

Desbunde

Deslumbre

Insanidade

Necessidade
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Gozo

Cara... eu amo meu pai!

Meu pai é um cara inacreditável. Perfeito! Eu juro que é!

Hoje de manhã ouvi isso da boca dele: "Enquanto eu estiver vivo você tem um pai, e você pode contar comigo seja qual for a atitude ou decisão que você tome. Estou aqui pra te ajudar no que você precisar".

Ele sempre foi assim. Sempre. E quando eu escuto este tipo de coisa eu me sinto MUITO FORTE! Se meu pai está comigo, sinto que eu posso tudo! 

segunda-feira, 29 de março de 2010

Mais uma de tristeza...

Uma certa vez, conversando com um amigo (Gabeira, nem sei se você lembra, mas eu sim. Beijo pra vc!), chegamos à conclusão que havia tanta beleza e tanta poesia na melancolia... que era bom curti-la um pouquinho. Nesse dia fazia frio, eu ouvia blues e tomava chocolate quente do meu lado da linha telefônica. Concluí também que isso é viciante. Por isso fiquei lendo coisas meio tristes, meio lindas, meio silenciosas, hoje na hora do almoço.
Olha só quanta beleza:
"Tristeza é quando chove
quando está calor demais
quando o corpo dói
e os olhos pesam
tristeza é quando se dorme pouco
quando a voz sai fraca
quando as palavras cessam
e o corpo desobedece
tristeza é quando não se acha graça
quando não se sente fome
quando qualquer bobagem
nos faz chorar
tristeza é quando parece
que não vai acabar"
Martha Medeiros

Será TPM tardia essa coisa que me aperta por dentro?

"Eu escrevi um poema triste
E belo, apenas da sua tristeza.
Não vem de ti essa tristeza
Mas das mudanças do Tempo,
Que ora nos traz esperanças
Ora nos dá incerteza...
Nem importa, ao velho Tempo,
Que sejas fiel ou infiel...
Eu fico, junto à correnteza,
Olhando as horas tão breves...
E das cartas que me escreves
Faço barcos de papel!"
Mario Quintana

É assim... ou não?

As vezes a gente simplesmente não precisa seguir em frente, e dar continuidade a um situação que não está boa, longe de ser ideal... mas a gente prossegue, e invariavelmente quebra a cara. No amor é assim, no trabalho é assim, nas amizades... na vida!
Tomara que nesta semana a vibe mude...
A imagem que achei aqui. E achei linda.
Beijos 

segunda-feira, 22 de março de 2010

Pausa para um café!

Gente,

Este blog vai dar uns intervalos maiores entre os posts porque to envolvida com umas atividades da minha pós-graduação, e as coisas estão bem puxadas!

Mas tô sempre por aqui. Me achem:

elizabethmaia@gmail.com
www.twitter.com/elizabethmaia
www.facebook.com/elizabethmaia
maiadepaula@hotmail.com (msn, para os que enviarem textinhos se apresentando)

Beijos!

quarta-feira, 17 de março de 2010

Fim de semana no Rio Grande do Sul

Oie!
Tudo bem? Nos últimos dias fiquei com a cabeça meio doida, mas já estou voltando ao eixo semi-normal de sempre... Deve ser por causa desse meu jeito meio "Cazuza" de ser muito exagerada em tudo (sobre isso falo no fim deste post, e também no próximo post). A vida tem que andar, né minha gente?
Vim aqui pra contar como foi meu fim de semana no Rio Grande do Sul, lugar que desejava conhecer desde a minissérie "Casa das Sete Mulheres" (e mais uma vez a minha fantasia se frustrou e eu não consegui achar muitas semelhanças entre o real e o imaginário). Aviso logo que não tirei quase nenhuma foto porque foi tudo muito corrido. Escolhi vôos péssimos que não me deixaram descansar ou ver nada. Mas em maio estarei de volta ao Pampa e trarei fotitas.
Peguei o vôo das 10h da manhã e bati um papo muito revelador com um treinador físico, onde conversamos sobre esse lance da leitura que se pode obter das pessoas através da sua grafia, da sua postura, da sua forma de vestir, do seu temperamento e seus hábitos. Cheguei em Porto Alegre às 14h do dia 12, acompanhada da Keity, uma colega que eu não conhecia muito mas que se revelou uma ótima companhia de viagem. Só conseguimos embarcar para Cruz Alta (nosso destino) no ônibus das 19h. E daí vimos pouca coisa do caminho. Primeiro porque a escuridão não deixou, segundo porque eu fui quase toda a viagem conversando com um senhor muito simpático e deveras inteligente, que me falou de coisas interessantíssimas a respeito de combinação de temperamentos e personalidades diferentes num ambiente organizacional competitivo a fim de obter excelência em resultados. Começamos o papo falando de mapas mentais e sistemas complexos, e se estivessemos falando alto aposto que teriamos escutado um "pssiiiiuuu" por causa do nível do papo noite a dentro. kkkkkk Foi engraçado conversar sobre isso. O cara era "cabeção". rs...
Só reparei na paisagem na janela ao chegar numa cidade chamada "Tapera", que se arrumou toda para a páscoa, com direito a coelhinhos espalhados pelos jardins da cidade e patinhas pintadas no asfalto. Reparei que as casinhas são tão diferentes das que eu ja vi.. algumas tem um estilinho tão "de interior", outras parecem meio européias... Um charme!
Em Cruz Alta chegamos 1h da manhã e fomos direto para o hotel. De manhã conhecemos os colegas do curso (fui para começar uma pós-graduação e estarei em Cruz uma vez a cada dois meses), e almoçamos uma comida DELICIOSA no clube do Internacional. Depois do almoço, voltando para Porto Alegre, pude avistar as lindas paisagens do caminho, as casas cor-de-rosa e verde-vivo. Nem sei se isso é nome de cor, mas era lindo de se ver!. Me emocionou uma casa na beira da curva da estrada cuja fachada do fundo era uma enorme varanda de frente para as montanhas e o vale. Lindo! Desta casa eu vou tirar uma foto em maio. Juro!
No sábado a noite, já na capital gaucha, meu amigo Daniel Vargas, que eu não via desde 2005, veio me buscar no hotel e fomos juntos para um show que ele ia tocar, um Tributo ao Cazuza. Eu me diverti demais, adorei. Eu sempre me identifiquei muuuuuito com as coisas que o Cazuza cantava, em especial com "Exagerado, jogado aos seus pés, eu sou mesmo exagerado.... Adoro um amor inventado!" e com uma das minhas favoritas, que é "Beth Balanço" (inclusive já falei disso neste post).
 
Na manhã seguinte, eu e Keity fomos andando do hotel ao Brique da Redenção, uma feirinha de artesanato hiper simpática, e pela primeira eu percebi o quanto Porto Alegre é uma cidade charmosa e plural. Na feira encontramos artesanato, antiguidades, comidinhas, muita gente passeando com suas crianças e seus cães, grupos de índios cantando, um quarteto de blue grass, um grupo de capoeira, palhaços, esportistas de fim de semana... enfim... charme! Achei aqui um post fofíssimo sobre o Brique, com direito a fotos!
Bem foi isso... no aeroporto, hora de retornar, a Keity avistou de londe o rapper brasileiro MV BILL (meus respeitos! que pretinho!) e foi lá tirar foto com ele, e eu voltei conversando (como sempre) com uma moça que estava em extase de paixão por um israelense que ela conhecia há oito anos e só agora teve oportunidade de "concretizar" as emoções guardadas. Bela história a dela!
A vida é isso aí... feita de boas histórias e lembranças... as vezes eu acho que é só isso mesmo!
Coloco fotinhas depois. Beijos!

terça-feira, 9 de março de 2010

Este lugar vale um post: Geni Club

Como não poderia deixar de ser, consegui no google umas fotinhas lindas do Bar Geni, que já foi assunto neste post. Olha só que lugar perfeito:

Um sobrado antigo. Uma fachada inspiradora


Sentiu o clima?


Quando você entra por aí e pega pra esquerda você dá "de cara" com a banda suingando o samba rock! Dá ´pra ver o palquinho no fundo da sala? Yeeeeees!


Eu quero este sofá pra mim!!!!!!!!!


A parede oposta a essaa também é neste clima. E este é um lugar inesquecível.

Curtiu? Espero voltar lá muitas vezes.

Benditas

"Benditas as coisas que não sei
Os lugares onde não fui
Os gostos que não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que nunca encontrei
Benditas as coisas que já sejam benditas.
A vida é curta, mas enquanto durar
psso durante um minuto ou mais
Te beijar pra sempre
O amor não mente,
não mente jamais
E desconhece no relógio o velho futuro
O tempo escorre num piscar de olhos
E dura muito além
Dos nossos sonhos mais puros
Bom é não saber o quanto a vida dura
Ou se estarei aqui na primavera futura
Posso brincar de eternidade agora
Sem culpa nenhuma!
Benditas as coisas que não sei
Os lugares onde não fui
Os gostos que não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que nunca encontrei
Benditas as coisas que já sejam benditas."
Oi gente! Deixo essa música porque na prova de domingo passado vi uma frase que me lembrou esta bela letra da Zélia Duncan e da Martinália... e a frase dizia: "Viva o presente com delicadeza. Invista nos pequenos prazeres". Um dos meus maiores prazeres é desbravar "as coisas que não sei / os lugares onde não fui"
Um beijo!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Sampa

Oie!

Tudo bem? Eu tô legal. Aliás, eu tô ótima. Estou escrevendo daqui do aeroporto de Congonhas, em SP. Já falei que eu adoro esta cidade? Acho que já, né? Mas só umas 587 vezes. 

Este fim de semana foi tudo de bom. Queria ser mais do que uma Beth pra aproveitar tudo que eu previ pra mim, todos os museus que queria ter ido, todas as baladinhas legais que acontecem todos os dias, ter caminhado no Parque, ter ido a mais shows, ter aproveitado todas as milhares de possibilidades que esta cidade oferece. Pena que não moro aqui, mas juro que isto eu resolverei em pouco tempo. Podem falar mal de SP, dizer que tem congestionamento, alagamento, criminalidade e etc... eu não estou nem escutando. Combinado?

Eu vim aqui fazer uma prova de concurso. Por isso vim no esquema “bate-volta”, e já estou voltando hoje para Brasília. Mas posso dizer uma coisa: aproveitei o que eu mais gosto em São Paulo: a noite! No sábado eu fui a um bar/restaurante/casa-de-shows chamado Geni, e confirmei todas as impressões que tive ao visitar o site do lugar: 
  • os ambientes são lindos e super confortáveis; 
  • a decoração é um show a parte (imagine paredes escuras pontuadas por adesivos prateados e espelhos redondos de todos os tamanhos, aquela iluminação de festa incidindo sobre os espelhos é um espetáculo!); 
  • um ar meio “retrô”; 
  • caipirinha da melhor qualidade (aliás, aqui em SP nunca tomei uma caipirinha ruim); 
  • gente bonita transitando; 
  • e a música..... ai. A música!!!!! Imagina a empolgação quando eu entrei no lugar e começou a tocar “Deixa”, seguida de outras músicas ótimas... foi simplesmente a melhor discotecagem de samba rock que eu já ouvi na vida! Quando a banda entrou, energia geral. Eu já tava meio empolgada com a discotecagem, cheguei junto da beira do palco e dancei a noite toda!
Eu, que estava toda receosa em sair sozinha, comprovo, mais uma vez, que sair sozinha é MARA, e só não se diverte sozinho quem “é ruim da cabeça ou doente do pé”. Affffffff! Sabe o que é incrível? Toda vez que eu saio em Sampa eu acabo interagindo, conhecendo gente, papeando, dançando junto... em Brasília isso é impossível! Juro! E digamos que eu sou das pessoas mais “sociáveis” e “interagíveis” que eu conheço. Portanto, isso não é um problema meu, e sim de Brasília.

No domingo acordei cansadona pra ir pra prova. Tomei aquele café da manhã bonzão e fiquei NOVA! Prova de concurso com vaga pra arquivista é sempre festa, né? Mesmo sendo fora de Brasília. Encontrei desta vez a Dani, que estudou comigo na UNB e que mora aqui em SP. Encontrei também o Orlandinho “Mancha”, que se for meu colega aqui em SP (sentiu a confiança de que vou morar aqui em breve, né? rs...) vai poder assistir a todos os jogos do seu amado Palmeiras. Apesar da minha exagerada confiança (afinal eu quase sempre exagero em tudo), a prova estava bem difícil, confusa, cheia de “pegas” muito discretos, densa, cansativa. A parte de Arquivologia foi bem pesada, pois das 60 questões da prova, 40 eram de Arquivologia. Preciso estudar mais. Da última vez, fiquei em segundo lugar e “bati na trave” porque só tinha uma vaga. Sinto que se eu estudar mais Arquivologia vou fazer gol. ;) O que eu achei um absurdo foi o fato da prova começar às 13 horas (logo, tínhamos que chegar ao meio dia), e ter apenas 3 horas de duração. Qualquer prova que eu ja fiz tinha uma hora a mais. 

Bem... saí da prova e fui pro hotel porque estava muito cansada. Dormi, acordei às 18 horas e comecei a assistir TV, certa de que não ia sair. Começou a bater uma solidão terrível... não aguentei... tomei um banho, botei um salto e fui saracotear... afinal, estar aqui e ficar em hotel é muito baixo-astral, né? Ainda mais que maridão estava na farra também (ontem teve show do Guns and Roses em Brasília, marido comprou ingresso, camiseta, chamou os amigos e foi fazer um programa de cuecas. Nada mais justo que ele também se divirta!). 

Fui ao Studio SP, na Rua Augusta, programinha “abençoado” pelo Simoninha, que divulgou no Facebook e eu fui lá conferir o som. Curti a banda Sandália de Prata (e a moça aqui jurava que o Simoninha ia tocar, e não tocou. Snif...). Cê acredita que eu cheguei nele e a gente engatou num papinho? Antes que negras perucas pensem mal... as expressões “chegar junto” e “engatar” significam “se aproximar” e “puxar um papo descompromissado”, ok?

Enfim, mais uma vez dancei horrores, e no final conheci um pessoal de uma academia de dança que deram SHOW a parte, formaram o baile na pista... ARRASARAM! Quero, quando mudar pra SP, socializar geral com esse pessoal, pra aprender a dançar honestamente e ainda conhecer gente. Já imaginou que galerinha divertida? Como lá a banda acabou de tocar cedo (por volta das 22h45. Oxi!!!!), saí de lá direto pro meu querido Grazie a Dio, na Vila Madalena. A decoração mudou um pouco. Na última vez  que fui ao Grazie cheguei cedo e reparei que havia um clima ligeiramente “praiano” na decoração. Desta vez não vi nada disso, mas vi um palco maior, de concreto, e um “mezanino” de madeira que havia ao lado do palco foi substituido por algo mais feio. Não entendi. Mas a música estava muito boa também. Dancei ao som do Sambasonics. Sabe o que é mais incrível???? Olhei para a cabine do Dj e vi o mesmo Dj sensacional da noite anterior. Nem preciso dizer que pirei, né? rs...

Hoje, dia da volta, eu acordei, tomei café (aliás, basicamente comi proteína e tomei muito suco de laranja), tomei banho, arrumei minhas coisas e comecei a viagem de volta. Estarei em Brasília depois das 18h15, mas já estou sonhando com as coisas boas que me esperam no fim de semana que vem em Porto Alegre. Mas fico com o coração apertado, desejando voltar logo a esta cidade mágica.
Músicas da minha trilha sonora em São Paulo
  • Deixa, da Cláudia;
  • Tirou onda, da Paula Lima;
  • Mal acostumado (que eu não sei de quem é, mas é uma música linda, e que me marcou no último sábado).
Um beijo!

Amor de verdade eu só senti com você, meu bem... e todas as loucuras desse nosso amor você me deu também

Pós-post: Só pra deixar registrado que no avião conheci uma pessoa hilária e super agradável: o Wagner. Um abraço pra você, querido!

quarta-feira, 3 de março de 2010

Desconfortável

Tenho um corpo emprestado
num terno puído
e um nó de gravata
de entristecer domingos.
E não me basta um só tropeço.
A cidade não é o meu lugar;
o trabalho não é o meu lugar;
seu amor não é o meu lugar.
Tenho um jeito de quem chegou primeiro na festa de um desconhecido.
Ninguém me conhece.
Mas me tratam como amigo.
Como, bebo e passo mal no banheiro.
Vou embora desacompanhado.
E os demais se perguntando: quem era fulano? Um parente distante? Um fantasma? Um abacate?
Como seria
se um dia
eu acordasse
satisfeito?
(...) com o amor,
com o dinheiro,
com o corpo,
com o emprego,
com o almoço
ou a quantidade de água que sai do meu chuveiro.
  
Talvez morresse de tédio
Talvez fosse feliz
Talvez fosse médio
Talvez.
  
Flor distraída do asfalto
quem te pisa?
Gilberto Amendola
Eu sei... já postei esse mesmo texto do Amendola aqui uma vez... mas hoje eu estou tããão me sentindo assim nesta vibe. Se este poema fosse uma peça de roupa eu o vestiria e caberia perfeitamente, diria mesmo que foi feito pra mim. Certamente você já sentiu isso antes.
Hoje eu tive um dia de altos e baixos: fiquei sabendo que passei em segundo lugar num concurso pra uma vaga de SP (mas é só uma vaga, logo não sei se vou entrar), meu marido não curtiu muito menos festejou a idéia... depois meu chefe me deu uma notícia péssima, que me deixou bem triste e insatisfeita... Mas, como perguntou o Gilberto: "Como seria se um dia eu acordasse
satisfeito?"
Um beijo!
P.S. Imagem da Web

segunda-feira, 1 de março de 2010

Onde ir

Olá! Não sei por aí, mas aqui em Brasília a segunda-feira amanheceu linda, azul, ensolarada e não muito quente... Não sei se é meu estado de cansaço, mas o dia está me parecendo tão doce hoje... Sabe quando a melancolia se junta ao sono, e você acha que tudo ao seu redor está sereno, tranquilo...? Aqui no meu trabalho o clima também está assim: uma moleza com cara de segunda. Totalmente diferente do meu final de semana "corra, lola, corra"... Se bem que foi mais para "corra, porra louca".
No sábado a Organella realizou um "declutter" em um dos clientes, e o dia foi bastante puxado. O dia foi assim: corre pra lá, deixa marido no trabalho, vai à papelaria, deixa a compra no cliente, busca Dricat, pega a Brendinha, deixa Dé em casa, pega marido no trampo, leva Dricat... ufa! Quando eu cheguei em casa tive tempo para um cochilo e depois fiquei trabalhando no relatório do que fizemos, e no levantamento de preços e especificações das coisas que a empresa precisa adquirir agora. Eu sei que no início é assim: a gente trabalha, vive, come, respira o empreendimento.
No domingo, não sei por que "cargas d'água" eu perdi a hora de acordar e acabei correndo igual uma louca para conseguir entrar na prova de concurso da Terracap. O mais constrangedor é ter que contar com a solidariedade dos simpáticos vendedores de água, canetas, chocolates e outros itens, que ficam gritando coisas tipo "corre senão vai fechar" ou "vai lá, garota, você consegue!" e ainda "moço, lá vem uma correndo... não fecha não!". E nessa hora você pensa: ainda bem que estou correndo e passando tão rápido que ninguém vai ver minha cara de esbaforida!
O importante é que eu consegui entrar, e fiz uma prova razoável. Vou corrigir o gabarito daqui ha pouco.
Bem, é isso.
Beijos pra vocês!
Eu não sei o que vi aqui
Eu não sei prá onde ir
Eu não sei por que moro ali
Eu não sei por que estou

Eu não sei prá onde a gente vai
Andando pelo mundo
Eu não sei prá onde o mundo vai
Nesse breu vou sem rumo

Só sei que o mundo vai de lá prá cá
Andando por ali, por acolá
Querendo ver o sol que não chega
Querendo ter alguém que não vem.

Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas suas flores, seus jardins
De que adianta a espera de alguem
O mundo todo reside dentro em mim

Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura de ser feliz
Onde ir - Vanessa da Mata

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...