sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bandidos e Mocinhas


Hoje, a caminho do trabalho, eu concluí a leitura de "Bandidos e Mocinhas", mais um título do Nelson Motta, pela Ed. Objetiva. Como aconteceu comigo em "O Canto da Sereia", devorei o "Bandidos e Mocinhas" com muita curiosidade e rapidez, pois as histórias de suspense (neste caso pontuada por alguma sacanagem e sutis referências musicais) sempre conseguem me prender horas a fio numa leitura.
Porém, o que eu mais gostei deste livro foi o modo como a história de Dida, um bandido estiloso e inteligente, morador do morro Santa Marta, se cruzou com a da delegada Marlene, honesta, durona e sexy. Na minha modesta opinião, eles roubaram a cena. Eu senti "borboletas no estômago" enquanto a história e o encontro deles se desenrolava na minha frente.
Sensações raras que tive durante a leitura:
  1. Eu desejei que Dida e a "delegata" tivessem um final feliz, apesar de acreditar que seria impossível, mesmo para o melhor escritor do mundo, mesmo sabendo que a graça da coisa era justamente essa: o amor bandido, a impossível conciliação entre um assassino e uma justiceira. (Eu adoro justiceiras, e de vez em quando, me apaixono pelos bandidos, na literatura, que fique bem claro!)
  2. Pela primeira vez na minha vida, ao longo da leitura, ao passo que ia conhecendo o estilo e os gostos do bandido Dida, eu "atribuí" a ele a cara de uma pessoa, um cara, um amigo pessoal meu... hahahaha Isso me deixou até constrangida por imaginar as cenas do livro como se a "cara" do meu amigo estivesse ali, estampada, bem na minha frente. rs...
Eu adoro quando meros coadjuvantes conseguem me atrair para o universo deles, e eles tomam mais minha atenção de que a história principal. Bem, Dida, um beijo pra você. Mais um livro que eu recomendo. Para conhecer mais sobre o livro, clique aqui.
Bjins
P.S.: Betinha não está louca, não. Está mandando MESMO um beijo para um personagem de um livro. :D

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Deixe-me ir

Olha isso:


“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”. Amyr Klink


Eu quero isso pra mim!!! Mas eu sei que vou chegar. Por enquanto eu sou só uma gatinha do subúrbio. haahahahahha ;)


Para ilustrar como me sinto hoje, deixo uma bela letra do Cartola:


"Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir pra não chorar
Deixe-me ir
Preciso andar
Vou por aí a procurar
Rir pra não chorar...

Quero assistir ao sol nascer
Ver as águas dos rios correr
Ouvir os pássaros cantar
Eu quero nascer
Quero viver..."

Um beijo!

Novidade!

Oiê
Passei aqui rapidinho pra falar da novidade recém-lançada pelo nosso já querido Portal Casa: uma seção inteirinha reservada para Apartamentos Econômicos. Para conhecer, clique aqui.
Bjins.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Joguinho besta

Se eu fosse...

Se eu fosse um mês seria: Dezembro, época de relaxar e confraternizar

Se eu fosse um dia da semana seria: Sábado.

Se eu fosse um número seria: 8

Se eu fosse uma flor seria: um lírio branco

Se eu fosse uma direção seria: o Norte

Se eu fosse um móvel seria: uma mesa, bem grande, pra reunir os amigos.

Se eu fosse um liquido seria: uma água bem fresquinha

Se eu fosse um pecado seria: a procrastinação. (Isso é pecado?)

Se e fosse uma pedra seria: ametista

Se eu fosse um metal seria: ouro

Se eu fosse uma árvore seria: um ipê amarelo

Se eu fosse uma fruta seria: cupuaçu (amo o cheiro e o sabor do cupuaçu!)

Se eu fosse um clima seria... hã? Clima tropical!

Se eu fosse um instrumento musical seria: a voz

Se eu fosse um elemento seria: (???) a terra

Se eu fosse uma cor seria: rosa queimado

Se eu fosse um animal seria: uma vaquinha gorda

Se eu fosse um som seria: o som de muitos tambores

Se eu fosse uma canção seria: eu seria muitas canções...

Se eu fosse um perfume seria: cheiro de banho, com aroma de baunilha

Se eu fosse um sentimento seria: alegria

Se eu fosse um livro seria: essa não dá pra responder... nunca achei um que eu me identificasse a esse ponto!

Se eu fosse uma comida seria: pizza

Se eu fosse um cheiro seria: de terra molhada

Se eu fosse um verbo seria: conquistar.

Se eu fosse um objeto seria: uma faca

Se eu fosse uma peça de roupa seria: um sutiã

Se eu fosse uma parte do corpo seria: uma boca

Se eu fosse uma expressão seria: (???) Vamos adiante!

Se eu fosse um desenho animado seria...a Mulher Maravilha. hahahahaha não acredito que eu escrevi isso.. hahah [2]

Se eu fosse um filme seria: uma comedinha romantica açucarada

Se eu fosse uma forma seria: redonda (mais isso eu tô quase conseguindo!)

Se eu fosse uma estação seria... o Verão

Pra conferir quem eu era há um ano e seis meses atrás, clica aqui.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Copiando alguém que falou bem do jeito que eu queria...

Cá com meus botões, estive pensando na palavrinha que se tornou banal: amor. De repente, lembrei de já ter lido, num blog muito lindo, um texto sobre o tema, e tomo a liberdade de reproduzir aqui, o texto do BinhoBrill, que inclusive já me visitou aqui no Fruto. Olha só que coisa mais bonita, e mais honesta, e mais triste:

"O Amor anda sumido, meus amigos. Encolhido nos bolsos da insensibilidade dessa nossa época, que dia após dia devora-lhe os princípios. O Amor, como tal, perdeu sua personalidade instintiva. Os ato(ai)s expulsaram-lhe a essência. O Amor, meus amigos, caiu na teia da falta de censura e agoniza, por ver o futuro que vem lhe buscar. Pese. Embale. Carimbe e Pronto! Agora industrializamos, também, sentimentos."

Né? Aproveita e clica aqui pra conhecer os sentimentos do moço.

Bjins

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Programação cultural CCBB Brasília

"Pode Apostar! reúne talentos da música popular brasileira que têm algumas semelhanças: são jovens e se destacam no cenário da música contemporânea do Brasil, estão em fase de lançamento ou divulgação de seus primeiros CDs e receberam prêmios recentemente.  (...) A programação do projeto é composta por atrações variadas,  representantes da diversidade de gêneros existente na MPB.
 
 
Programação
 
• Mariana Aydar | Dia 30 de outubro | Sexta, às 21h
• Rodrigo Campos | Dia 31 de outubro | Sábado, às 21h
• Nina Becker | Dia 1° de novembro | Domingo, às 20h
• Fino Coletivo | Dia 6 de novembro | Sexta, às 21h
• Rodrigo Maranhão | Dia 7 de novembro | Sábado, às 21h
• Marina de La Riva | Dia 8 de novembro | Domingo, às 20h
• Marcelo Jeneci | Dia 13 de novembro | Sexta, às 21h
• Curumin | Dia 14 de novembro | Sábado, às 21h
• Silvia Machete | Dia 15 de novembro | Domingo, às 20h"
 
Comentário da dona do blog: Mariana Aydar e Fino Coletivo são shows imperdíveis (apesar de que eu nunca vi ao vivo)!!! Marina de La Riva é bem bacana também (a última vez que a vi em Brasília teve até um cara no show que fez nado sincronizado no chão. Juro!). Os demais, vou primeiro baixar o cd pra ver se vale a pena me deslocar da minha casa. Porque eu sou uma pessoa muuuito chataaaaaaaaa quando o assunto é música. Pensando bem, acho que vou em todos... porque uma coisa é o cara fazer bonito no CD, outra bem diferente é ver a pessoa ao vivo. E eu já tive algumas decepções, como foi com a Céu e com a Corinne Bailey Rae (não sei se é assim que se escreve o nome dela).
 
Boa quinta-feira pra você.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Hoje

E aê, minha gente, tudo bem? Eu tô bem, apesar de ter passado o dia todo em casa por causa do meu pé inchado, e eu já expliquei isto do pé em outro post. Aproveitei pra trabalhar no blog da Organella, divulgá-lo e alimentá-lo.

Também termine de ler um livro que eu comecei no domingo passado: "O canto da Sereia: um noir baiano", do meu querido Nelson Motta.

Deu tempo também pra dar uma espiadinha no Jornal Nacional, e fiquei espantada com a situação no RJ...vi também alguns atletas que treinam para a Olimpíada na base do improviso. Logo depois vi esta matéria na Revista Times.

Senti vergonha da violência do nosso país, do jeito que o Brasil trata seus atletas, senti vergonha de toda esta exposição internacional. E fico me perguntando por que que este investimento gigantesco feito nas Olimpíadas não é investido diretamente em educação, saúde e esporte.

Uma bela casa: um músico de uma banda que eu AMO e uma empresária de muito bom gosto.

Essa historinha do título do post poderia muito bem ser a minha com meu maridex, apesar que esta blogueira aqui não passa de uma aspirante no mundo dos negócios.

Maaaasss... achei este lugar lindo, muito bem fotografado pelo Portal Casa, e resolvi mostrar pra vocês a casa do Sérgio Bártolo (baixista do meu amado, idolatrado, salve, salve, Funk Como Le Gusta!!!) e da empresária Luciana Castro. Meu marido, que é baixista também, amou tudo na casa, e eu então, nem falo! Vamos aos fatos. Quero dizer, às fotos:


Não sou fã de CDs e DVDs à mostra...mas não parece lindo visto daqui? E os gavetões? Este mobiliário inteiro, além de permitir um organização eficiente, dá um show de visual, não é?




Menina... tá faltando espaço para a qualidade de vida aí na sua casa? Que tal investir num belo sótão pra curtir uma musiquinha e um bom vinho com o maridão? Eu trocaria esses dois futons por um bem grande, além de algumas almofadas, e criaria um ambiente bem mais sugestivo para um casal sem filhos ;)


A-mei (!!!) esta salinha. Pequena, mas tem carinha de ser muito aconchegante. Amei a parede com tijolinhos aparentes. E a luminária, então? linda!


Essa janelinha é pura poesia e gentileza. Essa bananeira dá o tom de casinha do interior.


É uma edícula? Não, meu bem! É o estúdio do rapaz sabido, que retira o equipamento do ambiente doméstico. Muito útil! Isso não é um luxo.No caso de músicos profissionais, este ambiente é uma necessidade. Aqui em casa nós separamos um quarto só para os instrumentos e equipamentos do meu baixista, porque eles são caros e pedem um cuidado muito específico.

Bem,por enquanto é só. Quem quiser saber mais, pode visitar as fotos diretamente no Casa.

Bjins

terça-feira, 20 de outubro de 2009

domingo, 18 de outubro de 2009

Livros, filmes, pessoas, músicas e memórias

Dia desses, organizando um dos armários de livros e textos, tentando separar algumas coisas minhas das coisas do maridex, achei uma agenda velha, do ano 2000, ano que cheguei em Brasília. Eu me lembro que naquela época eu não tinha computador, nao tinha email, blog, flog, orkut, nem nada disso... Nem sabia se tudo isso era "de comer".

Me lembro ainda que a minha única preocupação com aquela agenda era desabafar, e anotar todos os fatos e sensações que eu julgasse importantes. Resultado: tenho um registro hilário, e as vezes, comovente dos meus primeiros dias no cerrado. A saudade de casa e dos amigos, a solidão, a primeira vez que conversei com alguém que foi ou que ainda é importante, a primeira viagem pra SP (que não foi para a minha amada capital, e sim para Votorantim / Sorocaba), o dia que recebi o resultado do vestibular que prestei (e passei!) para o curso de Música, as primeiras aulas, os primeiros colegas. Lembro que eu colava em algumas pessoas (sempre fui de "forçar a amizade" pra sobreviver) e que a "cola" valeu muito a pena, seja por ter feito grandes amigos, seja por ter simplesmente me divertido alguns momentos.

E a agenda parecia o meu primeiro blog, onde eu desabafava, falava sobre coisas e pessoas do meu cotidiano... era praticamente um relicário. Pensei em recuperar isso, porque vi que, com o tempo, eu fico muito feliz em reler estas memórias. Eu jurooooo que estou morrendo de vontade de vir aqui neste blog e despejar meio mundo de coisas que me acontecem, mas a quem interessaria? Sem falar que, depois de uma certa idade, certas coisas ficam impublicáveis, não é? Bem, resolvi fazer isso em outro lugar virtual.

Bem, era só isso... e se eu puder dar um conselho... nada melhor do que folhear uma agenda velha, e ver que todos os seus problemas sem solução acharam uma solução... Quanto à mim, posso citar a Bíblia quando diz que "o pardal encontrou casa e a andorinha ninho para si..." E foi mais ou menos o que aconteceu comigo, depois de quase dez anos.

Na semana passada eu iria para São Paulo na quinta. De sisti da viagem poucas horas antes de viajar. Durante toda a organização da ida eu senti que todas as coisas (hospedagem, principalmente) estavam muito "amarradas", não estavam dando certo. Cheguei a comentar com uma pessoa que parecia que o "universo estava conspirando contra" apesar de não ser exatamente assim que eu acredito na coisa. Enfim, horas antes de embarcar, a mãe da minha amiga que iria comigo sentiu pressentimentos muito ruins, e nós decidimos não ir. Ficamos com o "preju" de já ter pago passagem aérea, hospedagem e curso, mas ficamos em casa em segurança. O que não foi totalmente ruim pois a quinta-feira era aniversário de 34 anos do maridex. Ele estava em Goiânia mas resolveu vir pra casa para sairmos pra jantar. Nem precisa dizer que foi tudo lindo e maravilhoso, né?

Ontem e hoje eu nem pus a cara pra fora da porta. Estava precisando descansar. Aproveitei para ler e ver filmes.

LIDOS:

  1. Amestrando Orgasmos - Livro de crônicas do Ruy Castro; 
  2. Tarja Preta - livro de contos reunindo vários autores sobre o tema "abuso e dependência química".

LENDO:

  1. História concisa da literatura brasileira - Alfredo Bosi (gente maluca lê livro didático. E posso dizer? Tô adorando rever o que eu aprendi no segundo grau!);
  2. O canto da sereia: um noir baiano - Nelson Motta.

FILMES VISTOS:

  1. Noel, o poeta da Vila.
  2. Cartola, música para os olhos - Breve comentário: Eu estou cada vez mais certa que a música brasileira e a mais rica do mundo, embora eu não conheça um palmo fora do Brasil. Escrevi ontem no Facebook que a música brasileira me basta, mas foi no sentido de que a nossa música é tão rica que há material para uma vida inteira.

Bem, é isso. Um beijo pra vocês!

sábado, 10 de outubro de 2009

Mais uma com meu nome

Eu adoro músicas que tenham meu nome. Gosto da Bete Balanço (inclusive já falei dela neste post), amo Bebete Vambora (incrível como eu me identifico com todas elas!), e agora achei mais uma. Ouví no rádio ontem, na voz da Joyce, lançada no disco Rio-Bahia, é uma gracinha de canção, composição de Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques e se chama

JOÃOZINHO BOA PINTA

"Desfolhando meu caderno de notas
Descobri seu endereço resolvi telefonar
Alô, é cinco-cinco-sete,
É você mesmo Elizabete,
Hoje eu quero lhe falar

Não sei se ainda posso lhe chamar de meu amor
Não sei se ainda existe aquela velha intimidade
Talvez minha lembrança não lhe seja bem distinta
Sou eu o Joãozinho Boa Pinta

Se não se lembra
Por favor não diga não
Aceite essa desculpa que eu errei na ligação"

Ah... Elisabete... atende o moço! rs... Tomara que vocês gostem da música e do videozinho retrô-fofo que segue! Quero essa música, esse visual, e essa casa pra mim! hehehehe Tenham um bom sábado.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Notícias minhas

Dia desses estava lendo meu antigo blog (www.maiadepaula.zip.net) e percebi que o tipo de postagem era bem diferente das postagens de agora: eu só falava da minha vida. Ah... e como eu gosto de falar do meu umbigo.. rs... Eu adorava o meu zip.net, mas mudei pro blogspot porque este aqui é bem mais bonitinho e organizado.

Aqui no "Fruto" eu também falo da minha vida, mas com uma frequência bem menor... As vezes eu gosto de registrar algumas coisas só pra deixar registrado o que aconteceu comigo, e só pra que eu venha aqui daqui ha alguns anos e lembre. Por exemplo: 
  1. Dia 19 de setembro deste ano aconteceu a festa de formatura dos meus amigos: Marcos, Lai e Queline. Eu torci o pé, e continuei dançando...quatro dias depois, não suportando o inchaço e a dor eu engessei... passei duas semanas de atestado, e onte, quando eu fui para a consulta de retorno, o ortopedista informou que terei que fazer fisioterapia e ficar longe dos saltos por um loooongo tempo.... Merda, né? Foi a festa que me custou mais caro. O bom foi ter ficado em casa, lendo, descansando, e trabalhando em alguns projetos pessoais... o ruim foi o incômodo do gesso (pesa, esquenta, coça... e quando a gente acorda e esquece dele, temos a sensação que tem alguém puxando nosso pé... medo!). 
  2. Hoje vou ao cabeleireiro fazer uma sessão de estica-e-puxa: a cada dois meses eu faço relaxamento nos cabelos para abrir um pouco os cachinhos... Essa informação precisa estar registrada senão eu esqueço quando foi a última vez que relaxei, e acabo entupindo meu cabelo de química...   
  3. Ontem outra parte dos armários da minha cozinha ficou pronta, e a bichinha está ficando muito fofinha. Sei que já morri de prometer fotnhas aqui, então, um dia, se eu lembrar, coloco fotos.
  4. Eu havia falado que iria conhecer Vitória/ES, mas acabei mudando de idéia e vou com a minha amiga Lai pra Sampa, na quinta-feira que vem, fazer um curso de criação de Vocabulário Controlado e seu uso em Arquivos. E chato é que na semana que vem acontecerá a corrida do Mundial de Fórmula 1, em Interlagos, e a cidade está toda lotada!!! Não conseguimos hotel. Nem sei como vamos nos virar. Alguém aí aceita hospedar duas meninas fofas, educadas e limpinhas? :D
Bem, a bobagem termina por aqui. Amanhã tem show do Hamilton de Holanda e Hermeto Paschoal, conforme post abaixo. Não percam!

Bjins

Twittando

Mais uma vez, minha amiga Cris me manda emails bacanas rs...
"Caloria é um verme inescrupuloso que entra no seu armário de madrugada e aperta suas roupas."
E a Cris arremata: Na verdade eu sempre que desconfiei que fosse isso mesmo...rs. Precisa dizer que eu concordo?

Bjins da Beth

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Show de Hamilton de Holanda & Hermeto Pascoal



fnac convida

Encontro com a música no museu
Homenagem a Hermeto Pascoal
Hamilton de Holanda Quinteto & Hermeto Pascoal

Brasília
09 de outubro de 2009
Entrada franca
Sexta-feira 20h00
Praça do Museu Nacional
do Conjunto Cultural da República

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Twittando

Momento "pala" no trabalho!
 
Um dos estagiários que trabalha comigo acaba de perguntar em alto, bom e inocento som: "Mas quem será este tal de 'Ilmo.' presente em todos os documentos? Ele trabalha há mil anos na empresa, e em tudo tem o nome dele."
 
Nem preciso dizer que o tal estagiário foi a alegria da moçada agora de manhã, né?
 
Depois dessa, hora da pausa para o café... Começo a pensar que está mais que na hora de selecionar melhor os funcionários.
 
Bjins

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Mais uma pérola do Xico Sá

Gente, o Xico Sá é um escritor que sabe o que falar, pelo menos em seus textos, quando a matéria é a alcova, e a mulher... e mulher em alcova... rs... Então coloquei parte do último texto dele que li aqui, e a outra parte no site fonte, só para quem quiser continuar a leitura. Aliás, leitura nada aconselhável para quem tem frescuras e puritanismos, nojinhos e afins... Vou deixar de blá blá blá e vou dar a palavra a ele. Espero que gostem!

"MODOS DE MACHO - O cafajeste tem de ser um doce cafajeste
Sex, 02 Out, 10h24
Por Xico Sá*, especial para BR Press

(BR Press) - O cafajeste ou é um doce cafajeste, um cafajeste lírico, poético, romântico, decente... Ou é muito risível. Não há outra saída para este animal. Ou tem a manha ou torna-se caricato na primeira piscadela.

Ou é um dublê do Peréio ou apenas um ensaio de Didi Mocó Sonrisal. Didi é gênio, ora, mas é macaco de outro galho. O cafajeste amador é piada. Quer traçar todas e a nenhuma se devota. Blefe. Não sabe, nem nunca procurou saber, que, no amor e no sexo, não existe mensalão nem milagre.

O cafa poético não é nada óbvio. Sabe, inclusive, que nem só de bonitonas e gostosas vive o homem. É capaz de devotar-se àquela mulher que ninguém dá nada por ela. E, de repente, descobre que se trata de um sexo sem precedentes, um vulcão nunca dantes despertado para as artes da alcova.

O cafa amador parece vestir-se sob encomenda de um personal stylist: falsa malandragem, cafuçu de araque. E sempre com um pé no metrossexualismo ou na tendência. No cafa romântico qualquer peça lhe cai bem, a ciência da pegada está no olho e no drinque caubói, por supuesto.

O doce cafajeste entra no saloon e não atira para todo lado. Não gasta balas à toa. Sempre escolhe um alvo. O caricato desfalca o colt até com as mulheres dos amigos, embora não tenha arma para matar sequer uma formiga a caminho da roça."

Agora termine, se quiser, a leitura, clicando bem aqui.

Xico Sá, é jornalista e escritor. Nasceu no Cariri, em 1963, foi criado no Recife. Atualmente, vive em São Paulo. Fale com ele pelo e-mail xicosa@brpress.net

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...