domingo, 31 de maio de 2009

Sampa

Oi gente!

Cheguei em Bsb ontem, e pra variar, voltei gostando ainda mais de Sampa... rs... A viagem, como sempre, teve seus altos e baixos. O curso, que me custou um investimento considerável, não foi legal, não valeu a pena... Vamos aos fatos:
1º Dia – É impressionante como viagem tem que ter emoção né? Achei que eu ia pra SP sozinha, porque a Dé chegou tão atrasada no aeroporto que eu pensei que ela perderia o vôo. Ainda durante o check in conhecemos uma moça que nos indicou uma passadinha no Q!Bazar, no Jockey Clube SP, onde tava rolando um mega outlet de grifes diversas... e a Dé me enchendo o saco pra gente ir à 25 de Março e Brás (odeio!). Sentei ao lado de uma moça que quase deu chilique na descida do avião por causa da proximidade com os prédios. O detalhe é que ela é paulista e disse que sempre viaja... vai entender! Chegamos em Congonhas por volta de 18h, sentindo muito calor. Pegamos um taxi na porta (muito depois descobrimos que o cara era bandido, e nos aplicou um golpe, cobrando um preço absurdo!) e fomos para o hotel (Formule 1 da Rua da Consolação). Tomamos banho, e saímos para comer num shopping da Frei Caneca. Ficamos abismadas com a quantidade de gays no lugar e nas redondezas (uns dias depois descobrimos através de uma vendedora que aquele lugar é carinhosamente de ‘Gay Caneca’). Bem, a Dé não gosta muito de balada por isso jantamos e voltamos para o hotel. Dormimos cedo.

2º Dia – Primeiro dia de curso - Encontramos os dois senhores do meu trabalho que também tinham ido fazer o curso. Eu estava super medrosa de finalmente encarar o trânsito em SP, mas isso não aconteceu de manhã. Chegamos com meia hora de antecedência na sala. Sobre o curso: não valeu muito a pena, não: o professor apenas contou sobre a experiência (que eu achei insuficiente) dele em montar o banco de dados da Pinacoteca do Estado... e no mais, muita filosofia... isso quando umas senhoras não puxavam a conversa para um assunto pra lá de impertinente sobre a política de recolhimento de acervos do Estado de SP e todo mundo do resto do Brasil tinha que ficar esperando eles voltarem ao assunto. O lugar era frio, amplo demais, o som estava péssimo, a fala do professor dava um sono lascado, não teve coffee break (o que impossibilitou o papo e o network), o material era fraquinho... enfim... valeu pela viagem. O curso foi uma frustração. Eu fiquei a semana toda muito ansiosa, cheia de expectativas, até que caí na real que esperar certas coisas é perder tempo, e se cansar à toa. O melhor mesmo é deixar as coisas se encaminharem e esperar pouco. Enfim... para esquecer os encontros e desencontros, a noite fomos jantar no Grazie a Dio, e eu também os obriguei a ficar para o show da Farufyno. Acho que foi a balada mais divertida do ano! Comi bem, bebi bem, dancei muito, ouvi música boa, conheci gente nova... enfim... a noite, apesar dos pesares, foi uma delícia! Ah! Mais uma vez levamos um golpe de taxista... saímos da estação Vila Madalena e o cara rodou horrores para nos deixar no restaurante. Ele só chegou no destino porque eu comecei a desconfiar e enchi o saco, afinal eu já tinha ido lá com a Lai e sabia que a distância não era tão longa.

3º Dia - Continuando no curso, meu saco já estava cheio... e meu interesse estava a zero! Decidimos sair um pouco antes do final para irmos ao Q!Bazar, no Jockey. Fizemos umas comprinhas e saímos. A Dé comprou duas calças da Siberian por R$ 80,00... pra vocês verem como os precinhos estavam atraentes... Voltamos para o hotel em pleno horário de caos no trânsito, mas chegamos bem. A noite saímos para jantar, e andar à toa na rua. Nosso hotel ficava quase de esquina com a Av. Paulista e, caminhando nela a gente sacou que o paulista, além de tudo, é muito fashion. rs...

4º Dia - A Dé me venceu na queda de braço. Nós dividimos o dia para agradar às duas: manhã: Mercado Municipal (lindo, muvuca, mortadela, tudo junto!) e Museu da Língua Portuguesa e a tarde na 25 de Março. Não rolou nesta ordem, mas nos divertimos bastante e fizemos comprinhas bem legais. Na volta, estávamos mortinhas de cansaço, mas adoramos a viagem.

Bem, acho que o melhor de tudo foi ter tempo para conversar bobagem e pensar sobre coisas sérias, falar sobre o futuro, sobre nossa profissão, sobre ciência da informação desnecessária... kkkkkk Enfim, o papo foi ótimo, a viagem também. Mas infelizmente acabou e amanhã tô de volta na vida real, na luta pelos nossos metros lineares de caixas organizadas de cada dia...

Super beijo, pessoal!

terça-feira, 26 de maio de 2009

"chegar e partir são só dois lados da mesma viagem..."

Oi gente!

Sabe aquelas coisas que a gente passa a vida inteira odiando, até que num belo domingo de sol você descobre que simplesmente AMA e não consegue mais viver sem aquilo? Pois é... isso aconteceu comigo. Eu vivia zoando o maridex porque ele adorava comer sucrilhos, dizendo que isso era coisa de criança entupida... e não é que viciei na guloseima? Domingo passado eu fiquei o dia todo comendo sucrilhos com iogurte, por pura preguiça de sair pra almoçar uma comida decente... batata: fiquei malzona... e tô até hoje aqui à base de muito chá de boldo.. eeeeca.

Esses últimos dias eu tenho ido bastante ao aeroporto para levar e trazer pessoinhas... e descobri que eu continuo amando aeroportos! Não sei... é um clima muito carregado de expectativas, de quem vai e de quem espera os que estão chegando. E eu adoro isso. Sem falar na diversidade de tipos curiosíssimos que circulam no local (sim, porque há tempos ele deixou de ser um local frequentado por ricos): a tia gorda que deixou a cebola cortada pela metade pra receber a irmã que vem de longe, a menina linda com cara de modelo que vem sempre muito fashion e com algum conforto, o executivo que está fazendo uma conexão, a família que chega de mala e cuia, a recepcionista do evento que espera sua comitiva, e os curiosos que ficam observando todo mundo e usando seu julgamento tosco para tentar imaginar quem é aquela gente toda que vai e vem num movimento cansativo, entre os quais eu me incluo.

Percebi que a minha fascinação infantil por aeroportos permanece. Fiquei pensando que existem duas formas de viver em aeroportos: mudando de profissão e virando aeromoça, ou ganhando muito dinheiro pra poder viajar bastante, curtindo e aproveitando. Como a vida das aeromoças me parece muito corrida, cansativa e solitária (eu e meus preconceitos... rs...), eu fico com a segunda opção... que também deve ser muito corrida e cansativa. Solitária não é porque eu sei que tem muita gente por aí correndo atrás do vil metal... rs...

Amanhã é meu dia de ser uma entre os que vão... cheia de expectativas e como sempre apressada. Amanhã, esta hora, eu estarei em Sã Paulo, com a minha querida amiga Dé. Espero aprender muito no curso sobre banco de dados para sistemas de arquivos... e tabém espero me divertir muito.

Bjins

domingo, 24 de maio de 2009

Sou fã do Leo Jaime

"Eu gosto das mulheres

Antes que o querido leitor tire conclusões, peço que examine cuidadosamente o titulo acima. Não é uma frase simples, ou melhor, é uma frase simples, mas de significado complexo, plural. Dita assim, solta, no meio de uma conversa, pode significar algo raso e pobre em conteúdo como a expressão de uma preferência sexual. Não, nem de longe. Se fosse para dizer isso, a frase seria, ou poderia ser: "eu gosto de mulher". E mesmo assim haveria miríades de significados embutidos. Gosto do sexo feminino. Em todas as idades e funções. E não desgosto de ser homem ou da companhia e amizade de homens. Vá lá, interprete como quiser: gosto de homens como gosto de mulheres. Mas também gosto delas quando mesmo não as amo. Não é uma questão de preferência ou orientação sexual, é um gosto. Para gostar de mulheres ou de homens não é preciso preferir uma coisa ou desgostar da outra. Por exemplo: tanto faz, para mim, se um filho que me chegue seja menino ou menina. Vou amar incondicionalmente. E incondicionalmente implica isso: em aceitar as coisas e as pessoas como elas são e interagir com elas assim.

Gosto das senhoras de idade. E mais uma vez peço licença para esclarecer: não estou confessando nenhum fetiche. Lembro de minha avó, do quanto a amava, ainda muito pequeno, e como a admirava em frente à penteadeira. Ela se enfeitando para depois me levar para passear. Demorava horas naquele ritual. Acho que não enxergava bem e, por isso, tinha que passar batom e corrigir várias vezes. Nunca usou óculos porque era muito vaidosa. E levava sempre o netinho em seus passeios no começo da tarde. Ela tinha um trabalho interessante: decorava igrejas com as flores que cultivava em nosso jardim e também com outras que encomendava não sei onde. Eu fazia com ela o périplo pelas igrejas, vendo as belezas que ela produzia e comendo uns restinhos de hóstia, de tanto em tanto, o que eu adorava. Talvez por ela, pelo amor que tive a ela, tenha sido sempre muito interessado em conversas com outras vovós. Aprendi muito com a minha. Sei ver as horas no relógio graças a ela. E só sei amarrar os sapatos de uma maneira muito tosca, diria infantil, também graças a ela. Nunca quis aprender de outro jeito. Não precisava.

Adoro meninas. De todas as idades. Atenção, não estou confessando nenhum impulso horrendo, estou apenas dizendo que meninas, bebês, garotinhas, em geral, me fascinam. É um outro mundo! E é um outro mundo desde o primeiro dia! E esse mundo, estranho e imprevisível, que acontece à minha volta em milhares de criaturas, me fascina. Quero aprender, entender, conhecer as regras e caminhos de raciocínio e nada! Qualquer menina de dois anos me deixa desconcertado. Também gosto dos meninos, eles me remetem a algo enterrado dentro de mim. Algo que considero o melhor em mim. Algo que já fui, antes de ser manchado pela poeira do tempo e conhecer o amargo da vida. Meninos me encantam pela inocência que já tive, meninas pelas coisas que não fui, não sou, não serei e que amo sem compreender. Talvez por não compreender. Sempre fui amigo das meninas na escola. Dos meninos também, claro. Mas reparava que não eram muitos os meninos que gostavam de conversas longas com meninas. E as meninas, essas sempre gostavam de conversas longas. Bom, acho que elas morrem adorando conversas longas, mesmo que seja com o padeiro ou a manicure. Mulheres gostam de conversar, ponto.

Gostava de brincar com meninas, mesmo de brincadeiras que achava chatas, porque sabia que meninos também têm brincadeiras chatas, então tanto faz. Pelo menos estava brincando. Quando comecei a escrever foi para atrair atenção. Para tentar desenvolver em mim algum atrativo. Para ser aceito. Para driblar minha timidez e dizer do meu jeito, pensando e musicando, as coisas que explodiam no meu peito. Sempre fui de paixões intensas e dramáticas. E sempre tive muita vergonha disso. Escrever textos ou canções era, ou é, uma forma de canalizar essa dramaticidade. Para mim, era mais fácil dizer certas coisas ao público do que a uma única pessoa. Sério. Prefiro cantar para 100 mil pessoas que dizer algo íntimo para uma pessoa só. Tenho medo de intimidade? É timidez? Vai saber. Talvez por valorizar demais o objeto de meu amor, imaginando-o de alguma forma inatingível, por respeito e admiração, fiquem difíceis as palavras. Adoro o jogo amoroso das mulheres, embora não consiga entender por que elas gostam tanto de idas e vindas, altos e baixos, de conflitos, do modo como observam minuciosamente tudo que não está indo bem, da forma como fazem vista grossa a tudo que funciona. Resumindo: na minha opinião, mulheres nunca estão satisfeitas. São um saco sem fundo, e isso me angustia. Mas mesmo assim eu gosto delas. E não digo que elas gostam de rusgas. É que elas adoram fazer as pazes.

Observo nas mulheres a obsessão de ser mais altas do que são. Sim, homens dificilmente usam saltos e quando o fazem… Quase todas têm isso. Querem ser "diferentes", ou camaleônicas, a cada ano ou estação. Querem usar o que as outras estão usando, gostem os homens ou não; depois tomam horror às coisas que compraram, justamente porque todas as outras estão usando. Têm mania de gesticular demais, de fazer caretas demais, de sempre enfatizar. Para as mulheres não está fazendo um friozinho: está gelado. Elas não estão com dor de cabeça: a cabeça está explodindo. E elas nunca gostaram de um brinco: elas amaram. Mulheres são as melhores amigas das hipérboles e dos sinais de exclamação. E eu acho isso divertido.

Na guerra pacífica entre os sexos, e a contradição dos termos é proposital - afinal os inimigos mais confraternizam que qualquer outra coisa -, há reclamações que são sempre as mesmas. E aqui listo algumas, bem bobas, feitas pelos homens: mulheres deixam calcinhas penduradas no banheiro, aos montes; falam pelos cotovelos e reclamam de tudo; ou estão pedindo ou reclamando; não são objetivas; não têm senso de direção; querem que os homens adivinhem o que elas desejam ao invés de explicitar, etc. O curioso é que ao longo da vida tenho observado que, se um homem se vê livre dessas coisas que aparentemente o incomodam, não fica feliz. Aliás, muito pelo contrário, esse é o retrato do homem cujo peito virou um deserto gelado. Como dizia o caipira: "Mulher sabe fazer muito bem duas coisas: fazer falta e fazer raiva".

Tenho muitas amigas. De longa data e vínculos sólidos. E mesmo tendo gostos parecidos e posições e opiniões relativamente similares diante da vida e das coisas, é sempre bom perceber que elas olham para as mesmas coisas ou situações, nas mesmas horas, e percebem algo diferente do que vi. É exatamente dessa riqueza que não posso prescindir. Tem um milhão de coisas que não entendo nas mulheres. A TPM é apenas uma delas. E eu não estou nem aí. Gosto do pacote. De que sejam assim: indecifráveis e permanentemente surpreendentes. Amigas, irmãs, filhas, mães, chefes, empregadas, amantes, vovós, bebês, adolescentes, não importa. Eu gosto do feminino. Inclusive do feminino que nós herdamos delas ou com elas aprendemos. E que nos permite contar uma história, como faço agora, passeando livremente por idéias e sentimentos. Como foram importantes os passeios que dava de mãos dadas com minha avó, quando contava a minha idade mostrando os dedos.

P.S. Tudo isso para dizer que, se fosse opcional, se desse para vir sem TPM, eu preferia. Acho que todas elas também. Mas aceito o pacote como está. E estou muito satisfeito com a escolha."

Tirei daqui.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Estatuto Racial

Estava vendo aqui o Jornal Nacional e eles mostraram uma notícia sobre a votação de um possível Estatuto Racial. Volto a dizer o que eu disse uma vez: existe sim uma dívida social com os negros neste país. Mas, a população negra está tão misturada com as outras "raças" que fica impossível dizer quem é e quem não é negro no Brasil. Afinal, a cor da pele não faz a menor diferença, se existe gente preta e gente branca, gente rosa e amarela, gente verde de fome e de pobreza em todos os cantos. Eu acredito que a dívida real e importante hoje é com o povo pobre, e por isso sou à favor de investimento em educação básica, média e profissional. Só assim seria possível ver o povo preto no poder.

Por hoje é só isso.

Bjos

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Notícias


Bem, na última sexta-feira eu fui encontrar Kissu, Lai e Dricat para comer tapioca. Comemos, rimos e compramos muito. Essas amizades são maléficas para o corpo e para o bolso, mas fazem um bem danado para a alma :D

No sábado eu fui com a Kissu para o show "Alô Alô Carmem Miranda", e conhecemos a fofíssima Verônica Ferriani, que nos atendeu com toda atenção e carinho do mundo. Ganhei até autógrafo no disco dela. Sou tiete de quem faz música boa! O show foi ótimo, e super divertido. Aff... como ela é linda. Linda, gente boa, talentosa... afff... que ódio! kkkkk E eu nem imaginava que poderia me divertir tanto com música brasileira tão antiga... Foi ótimo.

Não ando com muita paciência para escrever aqui. Quando chego do trabalho, me arrumo e vou para a academia. Tô adorando o tal do Spinning!

Lá do trampo não dá pra postar, não dá pra usar o gtalk, nem o msn... Tô incomunicável. rs...

Finalmente a sujeira de obra na minha cozinha acabou. A bancadinha ficou fofa. Depois colocarei as fotos. Durante a poeira da obra dá vontade de nunca mais mexer em nada... mas depois que tá tudo prontinho dá vontade de reformar geral... kkkkkkk

Agora no final do mês de maio vou pra Sampa com minha querida Dé, e vamos ao Grazie a Dio ver o show da banda Farufyno. Vou chacoalhar o esqueleto.

Bjins pra vcs!

Me leva?

Quero ir embora daqui. Quero sair de Brasília. Sinto como se aqui a vida fosse tão limitada, tão dura, tão repleta de concretos e rasos espelhos d'água... Quero sair daqui.

Quero morar em outro Estado, conhecer novas pessoas, escutar outros sotaques. Quero uma outra vida, sem se desvencilhar da minha. Eu gosto da minha vida, amo ser quem sou... amo ser esta pessoa sedenta pelo escuro, pelo novo. Quero me desvencilhar dessas velhas histórias. Quero guardá-las numa bela caixa forrada de veludo, fechá-la, e só abrir quando for conveniente.

Quero voar cada vez mais alto.

Quero alcançar estes sonhos que eu passei vinte e sete anos achando que eles eram difíceis demais para serem conquistados. Agora eu tô começando a achar que tô velha demais para lutar por eles. Mesmo assim quero começar tudo de novo. E eu estou farta de tanto querer, e só querer...

Me leva?

sábado, 2 de maio de 2009

Haja Salto!

Oiê! Descobri um blog bem feminino. As meninas do Haja Salto queiseram fazer uma gracinha com o nome do Haja Saco, e o blog delas ficou ótimo! Dá uma passadinha lá também:

www.hajasalto.zip.net

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Ele também sabe ser safado

Geeeeeeennnte! Não é que o Gilberto, do Haja, também sabe deixar de ser moço bonzinho e escrever um poeminha quente? Adorei! Olha só:


SAFADO

no carnaval das tuas
duas
pernas
quero estar
no meio.

na nau louca
do seu leito
tubarões e travesseiros
ondas
pra surfar
espuma
e beijo.

na bomba relógio
do teu abraço
não sobra
ninguém
inteiro.

(dentro
e satisfeito).

Mulher,
desce desse andaime,
porque, cá embaixo,
a vida é real
- e o pau come de verdade.

Tô te esperando...

Gilberto Amendola, 33, é jornalista e escreve no Haja Saco às quintas-feiras

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...