domingo, 26 de abril de 2009

Eu aqui de novo

Oi pessoal! Tudo bem?

Gostaram do meu novo template? Eu amei! Estava precisando dessas cores, e dessa coisa feminina das flores.

Andei ausente esses últimos dias, né? Comecei a malhar a noite, e chego em casa mortinha da silva. Também queria ficar um tempo sem postar, só recebendo informações, e processando-as sempre! No último fim de semana meus amigos se reuniram na casa do fofíssimo Fred, mas eu já tinha combinado com a diarista. Apesar da Rosa ter terminado a faxina relativamente cedo, eu não queria muito ir. Tenho ficado bastante em casa. Este fim de semana, por exemplo, eu não botei a cara na porta.
No último dia 21 houve festa popular para comemorar o aniversário de Brasília. Não sei por quê o governo gasta dinheiro com esse tipo de festa pobre. As atrações foram as piores possíveis, com direito a um palco católico, um evangélico, e um para todo o resto de categorias espirituais, incluindo a Xuxa, que todos juram que é todinha do capeta (cujo cachê ficou na modesta soma de R$ 500.000 - isso mesmo, quinhentos mil reais!), o Jota Peste e a Claudinha Leitte (ex-Cagado Novo). Uma merda, principalmente quando pensamos no quanto os artistas brasilienses ralam para conseguir uma oportunidade de mostrar seu trabalho... gente que nasceu aqui, gente que é filho de gente que ajudou a construir este lugar. E nessas horas, cadê o palco destinado às "pratas da casa"? É por isso que Brasília continua sendo esse lugarzinho provinciano... que eu adoro. Falo mal mas amo demais este lugar. Mas também estou doida para sair daqui e morar em outro Estado.
Como eu ia dizendo no primeiro parágrafo, chega uma hora em que uma pessoa de 1,71m atinge 80 quilos e aí o mundo precisa parar... gente, não tô acreditando na balança. Ninguém me acha uma pessoa gorda. Ninguém diz a verdade! kkkkkk São todos uns mentirosos do cacete! O que importa é que eu finalmente tomei algumas atitudes e decisões: comer mais frutas e verduras, menos pães, massas e doces (isso é difícil para uma mulher na TPM, como estou), e malhar... every day in spinning!!!!!! rs... Como aquele troço é difícil... como cansa... e como pinga! Cruzes, como pinga!!!! Mas, devo confessar que o pior é ter que aguentar aquelas músicas pra lá de repetitivas!

Acabei de ler dois dos três livros da Bruna Surfistinha (não me julgue. Olhe para o seu rabo, macaco!), e vi que existe mais coisa neste mundo do que julga minha inocente existência. Algumas vezes ela é bem repetitiva, e a sacanagem está nos livros do início ao fim... porém, algumas coisas são bem educativas. Só não sei se recomendo ou não.

Bem... parece que a bagunça da minha cozinha não terá fim... Após contratar marmoreiro e marceneiro, fiquei de conseguir um pedreiro para construir uma soleira, camada de cimento que serve de base aos armários. Acontece que eu não conseguia achar um pedreiro de jeito nenhum. Na minha cabeça, pedreiro e diarista eram os profissionais mais disponíveis do mercado, mas aprendi: não são. Pelo menos os bons não são. Acho que é assim em todas as profissões, né? O importante é que não consegui pedreiro a tempo e tive que adiar a instalação da bancada de granito e dos armários mais uma semana. O marceneiro não me deu trabalho. Mas o cara da bancada tá me dando uma dor de cabeça danada, pois ele simplesmente vem aqui em casa na hora que quer, e não na hora marcada. Tô ficando P da vida com aquele folgado. E não faço nada mais com ele!!! Enfim, meu querido estagiário, o Marcelo, pediu para o pai dele, o simpático seu Joaquim, vir aqui nos ajudar com isso, e em menos de 3 horas ele fez a soleira.
Bem, gente. Espero que esta semana essa parte da cozinha se resolva e eu possa partir para as próximas etapas do projeto.



Aí está a bendita soleira, secando. Isso fez uma bagunça e sujeira horrorosa na cozinha. Detalhe para a pedra velha, já sem a cuba (que vou reaproveitar na nova bancada) e a ponta do velho fogão que quebrou meu galho na vida de solteira e no início, e que agora vai continuar trabalhando na casa do meu primo Thiago. A cozinha tem esse revestimento branco, feio... que em breve sofrerá mudanças também. Quero pintar a cozinha de uma cor bem alegre, ou várias cores!

Olha só o projeto para esta parte da cozinha (o que eu postei aqui alguns dias atrás foi substituído por este novo):



Vai ficar legal, né? Depois eu vou pensar sobre o que fazer com este revestimento sufocante. O projeto para a parte de cima da bancada já está pronto. Mas, tá vendo esta parede do fogão? tô pensando em abrir uma janela de vidro bem aí, olhando para a sala, e recebendo iluminação antural, pois a iluminação da cozinha é bem pobrinha. Quando estiver pronto eu colocarei fotos.

Olha só que cozinha linda aí embaixo. Talvez eu arranque a cerâmica das paredes e pinte a cozinha, e não abra janela alguma... kkkkkkkkkk Indecisa!!!


Essa imagem de cozinha verde linda é da Casa.com.br

Boa semana para vocês.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Não julgue um livro pela capa

Gente, hoje eu vou fazer o maior "copia e cola". Mas um plágio emocionado, com dois textos que me tocaram esta semana.

O primeiro é o texto do Marcelo Ferrari, que colaborou com o Blônicas no início desta semana.

O segundo texto é do jornalista Marc Tawil, escritor do Haja Saco, que apresentou no Haja, hoje, este texto que posto no final do texto. Os textos são bons mas o vídeo é emocionante. Se você puder ir ao YouTube, vá.


Livro do autoconhecimento humano.

De Marcelo Ferrari.

sofremos até a página sete
amamos o próximo até a página três
temos certeza absoluta até a página dois
gostamos de peixe cru até a página nove
achamos a julia roberts bonita até a página cinco
conversamos como adultos até a página seis
pensamos na camada de ozônio até a página oito
acreditamos no ser humano até a página um
aceitamos o mundo como ele é até a página quatro
mas julgamos

julgamos sempre

pela capa.


Marcelo Ferrari http://xixicomtinta.blogspot.com/

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QUEM VÊ, NÃO VÊ

Eu tinha me esquecido como era viver pequenas emoções. Chorar com o choro alheio, vibrar com a vitória de um desconhecido ou até mesmo sentir a dor do outro. O jornalismo nos distancia da vida, às vezes. Hoje, porém, tive um resgate de tudo isso ao ver, nesse mesmo computador, a performance de um tipo curioso: Susan Boyle. Aos 47 anos, solteirona e BV (boca virgem, numa linguagem bem atual), Susan parece nunca ido ao salão de beleza da pequena cidade onde mora, na Escócia. Nem para o dentista. As roupas também são pouco condizentes com seu corpo rechonchudo. Ao falar, gagueja levemente. Quando faz uma graça aqui e ali, Susan é metralhada de cima a baixo de forma catatônica por olhares fulminantes da plateia. Mas Susan não liga para os boquiabertos, os chocados, os irônicos, os maldosos. Pelo menos não ligou quando se inscreveu no Ídolos britânico, o Britains Got Talent. No dia da voz, 15 de abril, segue meu humilde presente: "I dreamed a dream", do musical "Os miseráveis", por Susan Boyle. Canção interpretada 4 dias atrás e que já somou 20 milhões de visitas no Youtube.

http://www.youtube.com/watch?v=uk2yIqBfb_I

Marc Tawil, 35, é jovem, estiloso e escreve no Haja Saco às sextas-feiras

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Papel de parede: eu quero!

Não sei por que milagre dos céus eu achei este site de Papéis de parede decorativos http://www.papeldeparededosanos70.com/gallery.php e tô pirando com ele!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Olha que coisas mais lindas e alucinógenas:


Clica em cima da imagem que ela aumenta.

Lindo, né? Totalmente anos 70!!! Amei. Queria colar um em cada parede da minha casa. Pensando bem, iria ficar bem exagerado, né? hahahaha Mas, que é lindo, isso é! Bjo pra vcs.

sábado, 11 de abril de 2009

Palavras não falam

Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música
E nem pra preencher o branco dessa página linda
Eu me entendo escrevendo e vejo tudo sem vaidade
Só tem eu e esse branco ele me mostra o que não sei
E me faz ver o que não tem palavras

Por mais que eu tente são só palavras
Por mais que eu me mate são só palavras

Eu não escrevo pra ninguém e nem pra fazer música
E nem pra preencher o branco dessa página linda
Eu me entendo escrevendo e vejo tudo sem vaidade
Só tem eu e esse branco ele me mostra o que eu não sei
E me faz ver o que não tem palavras

É DA MARIANA AYDAR, MAS EU ME IDENTIFIQUEI DE CARA!!!!!!!!!!!!!!

Nessas horas eu tenho a impressão que só vale o que acontece naturalmente. Ou será que sou eu que fujo da minha natureza?

A primeira vez que eu vi a Mariana foi na TV, no programa Bem Brasil, na TV Cultura. Po incrível que pareça, achei grotesco. Achei que os arranjos eram lindos, mas senti o repertório meio chato, assim como a voz dela meio enjoativa. Eu devia estar de TPM, pois hoje eu ADORO o jeito que ela parece se jogar na música, se entregar, como quem transa com o som, ou como quem entra em transe, ou as duas coisas, sei lá. Fato é: eu me amarro nos arranjos, no repertório, na voz dela. Aproveitem o domingo pra ouvir música boa.

Beijos!

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Poema em linha reta

Hoje de manhã passei numa banca, comprei uma revista e um livro de poesias de Fernando Pessoa, dessas edições baratas disponíveis neste tipo de banca... abri a brochura e me deparei com este texto, com o qual tive identificação imediata.
Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)


"Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.

E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...

Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,

Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?

Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?

Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que venho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."

domingo, 5 de abril de 2009

Semana

O fim de semana acabou e eu nem consegui sentir.

Onde era mesmo que eu estava todas essas quarenta e oito horas que deveriam ter sido dedicadas ao ócio? Nem precisei limpar a casa, mas também não consegui gerenciar o trabalho da diarista. Na verdade eu fiz algumas coisas lgais, como ver meus amigos que ainda estão na UnB, inclusive dois professores queridísimos (Lílian e Rogério), mas sinto como se sábado e domingo fosse um tempo curto demais para viver a liberdade de um dia sem trabalho.

Bem, você não acha que 40h semanais é demais para o trabalho? Conte: o tempo que você passa para se arrumar, sair de casa e chegar ao trabalho + horário de trabalho + 1 ou 2 horas de almoço que você passa inserido no contexto de trabalho + tempo que você passa para sair do seu trabalho e se locomover até sua casa. No meu caso, o resultado é: cerca de 12h do meu dia "consagrados" ao meu trabalho. Das duas uma: ou eu mudo de trabalho e pego uma carga de 6h/dia, ou eu mudo para perto do meu trabalho e consigo com isto reduzir pelo menos duas horas. Mas é muito tempo, de qualquer forma.

Posso deixar a moral da história? Faça algo que você AMA, pois normalmente seu trabalho gasta muito tempo.

Minha semana foi boa: eu, Quel e a equipe cumprimos a quantidade de metros lineares que deveríamos entregar prontas (tô trabalhando numa equipe de 18 pessoas ótimas, e isso ajuda muito com que meu dia seja mais divertido); comprei novos eletrodomésticos para a minha cozinha, vi amigos muito queridos, comecei a ler dois livros, comprei outros três... Tive saúde e energia para tudo. Ri à beça! Quer melhor?

Bem, paro por aqui. Um beijo para vocês!

sábado, 4 de abril de 2009

Aos 27 anos:

Aprendi que é importante saber esperar. Tenho aprendido isso a cada dia.

Aprendi que toda vez que tento "passar o carro adiante dos bois", perco oportunidades maravilhosas.

Aprendi que cada dia longe do que se gosta é um dia a menos de felicidade.

Eu também percebi que a vida passa muito rápido, e que, de repente, você acorda e não tem mais a cabeça, o corpo, a voz e a vitalidade de um adolescente, mas ainda tem força suficiente para lutar com a força que o sol daquele dia te dá.

Aprendi que nem sempre é fácil acreditar em todas estas coisas aprendidas, mas as vezes a fé é o caminho mais temperado.

"Afinal de contas, não tem cabimento entregar o jogo no primeiro tempo"
Ivan Lins

Quem sou eu, hoje:

Ouvindo: Ivan Lins (Saudades de Casa) e Beatriz Luengo (ainda não tenho informações sobre ela, mas tô amando tudo que escutei).

Lendo: Ele simplesmente não está a fim de você, de Greg Behrendt e Liz Tuccillo.

Dia desses... nem seiq uando escrevi isso... mas tava aqui como rascunho e eu resolvi não mexer no texto.

Sabe como é a vida,
quando você não está pra quase ninguém?

A MINHA MARCA DE XAMPU PREFERIDA

Pessoas... coloco hoje o texto de um blogueiro queridíssimo, de um blog que eu adoro, onde "bato ponto" todos os dias. Espero que vcs gostem, porque eu sou FÃ do Amendola! Ele é lindo e escreve de um jeito que me esmaga. Bjins. Bom sábado!


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Amigos, decidi publicar um texto que escrevi para a minha coluna quinzenal (e domingueira) do JT. Esse texto foi publicado no início de janeiro. Tenho certeza que ele é fruto de todas as experimentações aqui no nosso blog.

Segunda-feira: Empurro um carrinho de supermercado atrás da marca mais barata de xampu 2 em 1. Ao meu lado, uma garota ruiva examina os rótulos e me pergunta de um jeito etéreo:
- Por que ainda não inventaram um xampu capaz de remover músicas tristes da cabeça?
Em três segundos, vasculho o porão do meu cérebro atrás de uma resposta engraçada e inteligente. Não encontro nada, mas arrisco.
- A culpa é dos carecas.
- Sempre achei que a culpa fosse dos surdos - ela rebate.
Estamos rindo.

Terça-feira: Bom, se ela me deu o número do telefone é porque tenho alguma chance. Será que eu ligo? Ensaio na frente do espelho, faço gargarejo, falo sozinho, dou um "pique no lugar", devoro um saco de pipocas de microondas e assisto uma reprise dos Simpsons. Não ligo. Tenho a maturidade emocional de um menino de 12 anos.

Quarta-Feira: Se eu não ligar, uma grande tragédia natural vai destruir um pequeno país do sudeste asiático. Não posso viver com essa culpa. Tomo coragem. "Telefônica informa: esse número de telefone não existe. Favor consultar..."

Quinta-Feira: No meu carrinho, três vinhos argentinos de doze reais cada um, uma loção após-barba, sabão em pó e aquela lasanha congelada com molho branco. Não preciso de nada disso. Só quero encontrá-la outra vez. Dou mais três voltas no supermercado e pronto. Ela continua lá, examinando os rótulos de xampu. A cena é a mesma. Só mudou a cor do cabelo. Agora, ela é morena:
- Por que ainda não inventaram um xampu capaz de remover mulheres lindas e loucas da minha cabeça?
Ela me olha sem surpresa:
- Era só trocar o número 9 pelo número 6.
- O quê?
- O telefone que eu te dei, sabe? Era só trocar o 9 pelo 6.
Estamos rindo.

Sexta-feira: Eu ligo. Cai na secretária eletrônica. Deixo um recado. O dia passa, mas ela não retorna a ligação. Tomo as três garrafas de vinho argentino sozinho e ouço uma seqüência de músicas tristes.

Sábado: Ela me liga. Quer me encontrar no supermercado. Na parte dos xampus. Acho estranho, mas prefiro não discutir. Às 20h, eu estou lá. Às 21h, 22h, 23h, eu continuo lá. Ela não vem... Dou uma volta no mercado. Consigo encontrá-la no corredor dos congelados. Ela não é mais ruiva, nem morena. Agora, é loira. Fico sem saber o que falar. Ela me entrega um xampu.
- Toma, serve pra me esquecer...

Domingo: Passo o dia inteiro embaixo do chuveiro.

Gilberto Amendola, 32, é jornalista e escreve no Haja Saco às quintas-feiras

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Por que eu penso em você

Quem disse que isso não me serve para nada?

Quem disse que não vai a lugar algum?


Se isso tudo isso não der em coisa alguma,
me serviu de inspiração
para escrever...
E só por isso já valeu.


Você insiste em entender
por quê eu penso em você.

Sem razão.
Pra quê? Sei lá...
Só pra pensar!
Pra exercitar
Pra arriscar uma linha ou outra
no teclado ou no borrão

Parece que foi ontem,
mas há tempos é assim
Você chegou em mim
Enquanto eu coloria imagens em um balão

Vai e vem,
sem paixão,
só fantasia.

Coisa da minha cabeça doida.
Brinquedo mental
Amigo imaginário
Essas brincadeiras de menina
Esses vacilos de mulher
que ninguém entende
e nunca vai entender
por quê eu penso em você.

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...