quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Eu, assim... como quem escreve uma notícia

Me empresta papel e lápis
E eu te dedico uma canção
Um desejo de apagar a dor
um abraço
um afago
um aperto
Um laço
atando os braços
do meu coração
aos teus braços
às tuas mãos

Traços de escrita nova
no cheiro da minha nanquim
Pra eu te segurar
Pra você ser livre
E ter os teus textos
pra mim
e o som das tuas baladas noturnas
Pretexto
e prosa
e o balanço das tuas crônicas
assim, rotineiras
e o sabor dos teus dias
da tua poesia
e da tua correria

No gole da tua cerveja
no teu bloquinho de anotações
de onde passam assustados
afastados
os versos que usas
para ligar corações
ao teu

E o meu coração quase ateu
plebeu
sem te conhecer
já sabe que é teu
e de mais ninguém.






Elizabeth Maia


5 comentários:

Edna Vilas Boas disse...

Olá senhorita!
Parabéns! Saudações Arquvisticas!

"E o meu coração quase ateu
plebeu
sem te conhecer
já sabe que é teu
e de mais ninguém"

Eu já decidi vou leiloar o meu coração, kkkk. Para ele deixar ser Plebeu, quem der a maior lance em moeda de AMOR.LEVA EU! kkkk . Mt bom senhorita.

bjs

Leo disse...

Tens "poetado" bem hiem Beth! Quem gosta de ler e ouvir boa música, é sem dúvidas bom potencial escritor. INVISTA!

Leo disse...

Tens "poetado" bem hiem Beth! Quem gosta de ler e ouvir boa música, é sem dúvidas bom potencial escritor. INVISTA!

Elizabeth Maia disse...

Oi Ednazinha! rs... é isso mesmo... coraçãozinho carente se ganha com muito amor. Bjins pra vc

Elizabeth Maia disse...

Oi Leo! Poxa... muito obrigada :) Bjo!

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