quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Para Rebeca

Quando ela menos esperava, já estava cheia de expectativas, e suas mãos esfriaram, e sua boca secou. Ia vê-lo pela primeira vez, após dois anos de distanciamento. Agora não o veria mais como colega, mas como o cara que suspirava palavras de carinho e saudade, todos os dias em seu telefone, em seu e-mail, nos seus sonhos, na hora do almoço.

Quando ela o viu, o reconheceu de cara, e seu sonho ganhou um rosto familiar.

Quando ele a viu, só enxergou uma barreira que os separava, e ele, pequeno demais para alcançar tão incrível mulher.

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Oi gente!

Não costumo acreditar em coincidências. Acredito que a vida das pessoas recebe uma "costura" ainda antes delas existirem.

Ontem, conversando com amigos e colegas, em momentos separados, (uma no trabalho, um no gtalk, e outro grupo na facul), as conversas fluiram "incidentalmente" para o assunto: expectativas do ser humano em relação a outro, quando o assunto é paixão, desejo, afeto, amor romantico.

Dentre muitas coisas que ouvi, achei uma opinião curiosíssima: que quando a pessoa idealiza demais o corpo e o desempenho de um companheiro sexual acaba se decepcionando com o "mundo real" e por isso parte em busca de uma experiencia homossexual. rs... achei essa explicação bastante curiosa... rs... bem papo de boteco, né?

Bjins.

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...