terça-feira, 30 de setembro de 2008

Cansaço

Estou muito cansada. Meu corpo, minha alma e meu espírito estão sem energia.

Acho que o termo adequado é: estou esgotada.

"Socorro, alguma alma, mesmo que penada, me entregue suas penas. Já não sinto amor nem dor, já não sinto nada. Socorro, alguém me dê um coração, que este já não bate nem apanha..."

sábado, 27 de setembro de 2008

Pensando bem...

Amor não é sentimento nem atitude. É substrato. É coisa que, ou você tem, ou você não tem.

substrato: do Lat. substratu, estendido no chão

s. m.,
o que existe nos seres, independentemente das suas qualidades;
o que forma a parte essencial do ser;
o que serve de suporte às qualidades;
camada inferior;













sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Turn Your Lights Down Low



Bob Marley

Turn your lights down low
And pull your window curtains;
Oh, let Jah moon come shining in
Into our life again,
Sayin': ooh, it's been a long, long (long, long, long, long)time;
I kept this message for you, boy,
But it seems I was never on time;
Still I wanna get through to you, boy,
On time - on time.
I want to give you some love (good, good lovin');
I want to give you some good, good lovin' (good, good lovin').
Oh, I - oh, I - oh, I,
Say, I want to give you some good, good lovin' (good, goodlovin'):
Turn your lights down low;
Never try to resist, oh no! ,
let my love come tumbling in
Into our life again,
Sayin': ooh, I love you!
And I want you to know right now, I love you!
And I want you to know right now,
'Cause I - that I - I want to give you some love, oh-ooh!
I want to give you some good, good lovin';
Oh, I - I want to give you some love;
Sayin': I want to give you some good, good lovin':
Turn your lights down low, wo-oh!
Never - never try to resist, oh no!
Ooh, let my love - ooh, let my love come tumbling in
Into our life again.
Oh, I want to give you some good, good lovin' (good, goodlovin').

Semaninha

Sexta-feira tranqüila. Eu, que sempre detestei sucrilhos, passei o dia todo comendo isso com iogurte... fica tão gostoso, né? Aliás, o pessoal aqui do meu trabalho passou o dia todo mastigando.

Fizemos uma festinha surpresa de aniversário para a Bárbara, e eu desconfio que não tenha sido assim, tão surpresa, afinal de contas, festinhas de aniversariantes na empresa são sempre a mesma coisa: cada um traz um comestível (eu trouxe o iogurte), e no final sobra aquele tanto de coisa gostosa. Logo, o povo passa o dia todo comendo.

Hoje eu trabalhei bastante. Aliás, paguei com a língua a reclamação de não ter nada pra fazer que escrevi neste post. Queria dar umas voltas de bicicleta, andar no parque, assistir um show ou uma peça de teatro neste fim de semana. Mas amanhã tenho aula o dia todo, e no domingo... bem, só me resta o domingo pra tudo. Quero colar grau logo, e dedicar meu tempo a coisas mais prazerosas do que aulas repetitivas no sábado. Aff.. isso é assunto pra outro post.

Sabe o que eu quero fazer ano que vem? Nada. Quero apenas voltar a ter aulas de canto, malhar, dançar, ler e estudar inglês. Apenas isso. um ano dedicado ao corpo e à mente. Que beleza! :) Será que isso existe, ou eu estou apenas fantasiando?


Na próxima sexta-feira tem show do Jorge Vercilo na sala Villa Lobos, e eu vooooooooooouuu!! Fofinhu!

Bem, tenho que voltar ao trabalho.

Bom final de semana.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Diferença entre os gêneros

A vida da mulher é muito difícil, incomparavelmente mais difícil que a vida do homem. As pressões sociais que pesam sobre nossos ombros são muito mais cruéis, mais radicais, mais duras... A cobrança das pessoas é muito mais amarga conosco. A nossa liberdade é muito mais limitada, constantemente supervisionada. Mulher de verdade é mesmo a Amélia, aquela idiota fubenta e desleixada. A sociedade passa a mão na cabeça dos homens, porque as bobagens que os homens fazem são muito mais aceitáveis. Isso me oprime.


"Ai Que Saudades Da Amélia
Composição: Ataulpho Alves - Mário Lago

Nunca vi fazer tanta exigência

Nem fazer o que você me faz

Você não sabe o que é consciência

Nem vê que eu sou um pobre rapaz

Você só pensa em luxo e riqueza

Tudo que você vê você quer

Ai, meu Deus, que saudade da Amélia

Aquilo sim é que era mulher

Às vezes passava fome ao meu lado

E achava bonito não ter o que comer

E quando me via contrariado

Dizia: Meu filho, que se há de fazer

Amélia não tinha a menor vaidade

Amélia é que era mulher de verdade

Amélia não tinha a menor vaidade

Amélia é que era mulher de verdade"

Amélia, bicha estúpida!

LUA ADVERSA - Cecília Meirelles


Tenho fases, como a lua

Fases de andar escondida,

fases de vir para a rua...

Perdição da minha vida!

Perdição da vida minha!


Tenho fases de ser tua,

tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e que vêm,

no secreto calendário

que um astrólogo arbitrário

inventou para meu uso.


E roda a melancolia

seu interminável fuso!

Não me encontro com ninguém

(tenho fases, como a lua...)

No dia de alguém ser meu

não é dia de eu ser sua...

E, quando chega esse dia,

o outro desapareceu...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Paciência, tolerância e primavera :)


Brasília, 22 de setembro de 2008, 13h45


Incrível. Segunda-feira, depois de um fim de semana muito ralado, eu não estou me sentindo cansada. Tenho andado muito pensativa, falando pouco. Mas percebi que adquiri algumas características que eu sempre coloco nos meus planejamentos anuais: estou mais paciente e tolerante, tanto a ponto de me sentir ligeiramente anestesiada em relação aos problemas e aos acontecimentos. Já se sentiu assim? A impressão que dá é que o mundo pode desabar, as pessoas podem bater na sua cara, a vida está uma desordem... mas tudo vai ficar bem no final e isso não vai me abater. É bem assim que eu me sinto: engolindo sapos não tão amargos.

Um dos meus ex-namorados dia desses me falou que me admirava por eu ser uma pessoa tolerante. Antigamente eu tinha um pavio curtíssimo. Não levava desaforo pra casa. Hoje eu engulo o desaforo, e jogo ele em alguma parte do trajeto entre meus destinos, pra que ele não agrida as pessoas que estão ao meu redor, ou jogo ele aqui no blog, ou simplesmente choro e depois esqueço. Isso é bom, e é ruim também. Agora que consegui isso, quero aprender a usar estas características com equilíbrio.

Bem, dias atrás eu fui à colação de grau dos meus amigos queridos, e fiquei feliz em sentir quer a minha está muito próxima. O Vicente deu um churrasco em comemoração à colação de grau e foi muito divertido. Reencontrei e redescobri um colega com o qual tive uma história ligeiramente desagradável no início do curso, o Rodrigo. Vou contar:

No meu primeiro semestre na Arquivologia eu achava que, como aconteceu quando eu fazia Música, não passaria pela experiência desagradável do TROTE. Ledo engano. Certa noite, por ocasião de uma palestra de apresentação da Empresa Jr. de Arquivologia, a OMNIDOCS, os veteranos fecharam os calouros na sala e começaram a nos sujar com tinta guache. Eu, como não levava desaforo pra casa, e também não queria passar por aquilo (e pegar dois ônibus na volta pra casa toda suja de tinta) tentei me defender de um veterano abusado que tentou – e conseguiu – pintar meu rosto com guache amarela. Digamos que eu me defendi com muita força, e acabei esbarrando meu braço no Rodrigo, num movimento que parecia um leve murro/tapa ou algo do gênero. Foi o que os veteranos precisavam pra espalhar uma péssima fama a respeito de mim, dizendo que eu tinha batido no Rodrigo. Eu não o conhecia, nunca nos falamos (nem antes, nem depois do episódio), mas o (re-)encontrei no churrasco do Vicente e vi que ele é uma pessoa bem divertida. Fiquei observando a facilidade que ele tem de se enturmar com gente mais velha, pessoas diferentes. Dois minutos e ele já estava totalmente adaptado aos tios do Vicente, uma galera muito gente boa, lá do Piauí. Depois disso jantamos juntos: eu, o Paulo, ele e a Shirley, na casa dela, e também foi muito divertido. Ele não perdeu a oportunidade de me sacanear por causa do lance do trote, é claro...

Semana passada eu fiz minha prova de estatística. Queria tirar 10,00 mas só consegui 7,2. Espero melhorar. No sábado fui à festa Aloha, festa de recepção dos calouros de Arquivologia. Só fui pra não ficar com aquele trauma de nunca ter ido a uma festinha do meu curso. E foi como uma festa universitária normal: gente bêbada, pegação, nada pra comer... e aquelas musiquinhas que ninguém merece...

Hoje começa oficialmente a primavera, e por isso o post começa com a imagem das minhas flores preferidas: as gérberas.

Bem, é isso... Agora vou trabalhar.

Boa semana pra você.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Não gosto de falar do meu ambiente de trabalho, mas vamos lá!

Mesa arrumada é sinal de funcionário desocupado. Será?

Eu tinha uma colega que defendia que, se você ta sem nada pra fazer, espalhe meia dúzia de documentos pela sua mesa, porque assim as pessoas pensam que você está muito ocupada trabalhando naquilo. De fato, é inegável que há uma relação entre quantidade de documentos dispostos na mesa e quantidade de trabalho, mas assumo que essa constatação não é nada científica. O fato é que eu estou sem nada pra fazer no momento, e essa minha mesa arrumada está me deixando agoniada.

Detesto ficar no meu ambiente de trabalho sem nada pra fazer, principalmente quando eu sei que outros setores da empresa estão precisando do meu trabalho, e eu não posso ir pra lá realizar algo de útil porque simplesmente a burocracia não permite. Em empresas pequenas a situação é contrária: existe uma enorme possibilidade de o profissional ser desviado de suas funções em virtude da necessidade de “tapar outros buracos urgentes”.

Já trabalhei em empresas grandes e pequenas e sei o que estou falando. Por exemplo: em empresas pequenas, invariavelmente, o funcionário “desocupado” servirá como secretária, ou realizará outros serviços administrativos. Nas grandes empresas, ou nunca fica desocupado, ou quando fica, todo mundo fica “pescoçando” seu espaço, para saber porque uns estão desocupados e outros estão “afogados” de trabalho. Aqui onde estou, aproveito agora este tempo livre para atualizar o blog. Mas nesse esquema “anti-pescoçagem”: abro o word, insiro a logo da empresa, faço um cabeçalho acima de qualquer suspeita, diminuo o tamanho da fonte, e finalmente escrevo o post.

Normalmente, arquivistas não podem dizer que não tem nada para fazer. Mas este é um caso atípico: contrataram-me no finalzinho do projeto, quando o “grosso” do trabalho já tinha sido realizado. O que falta fazer agora não depende diretamente de mim: é necessário que o gerente valide a proposta de tratamento dos documentos eletrônicos, e ele nunca tem tempo para ler e debater a proposta. Semana passada eu fiquei parada por simples falta de material... Numa empresa rica dessas, não tinha material pra eu trabalhar. É o fim da picada, né? Não tenho tempo pra perder: só tenho mais duas semanas pra terminar todo este projeto, preciso andar com isso!

Eu detesto ficar sem nada pra fazer. Penso que, se estão me pagando pra trabalhar e eu não estou fazendo nada, eu perco meu tempo, e eles perdem o dinheiro. Ou seja: todo mundo sai perdendo. Tenho tanta coisa pra estudar, tanta coisa pra fazer em casa... Mas... é tudo culpa da burrocracia!

Bjo

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Notícias

Que sensação horrorosa, parece que a vida tá andando e eu tô ficando para trás... Após um longo e tenebroso inverno, volto a postar no meu bloguinho. Muita coisa aconteceu, e nem sei se dá pra contar aqui tantas impressões sobre o mundo. Mas, vamos aos fatos:
  1. Trabalho novo: mas to deprimida com o mercado de trabalho, e em crise pré-colação. Não vou comentar sobre isso. Não quero fazer deste espaço um relicário depressivo;
  2. Minha carteira de habilitação chegou, depois de quase DOIS MESES que eu passei no exame... e eu simplesmente tremo nas bases na hora de dirigir. Isso não acontecia nas aulas... No primeiro dia eu tirei vários "finos" dos carros na asa sul, quase bati ao tentar entrar num balão porque não olhei que já tinha um carro e a prioridade era dele... sorte que pisei no freio a tempo de não fazer mais cagadas, e por fim... deixei o carro morrer no meio de uma "tesourinha". Quem é de Bsb sabe o perigo que isso significa... Tem uma foto aí no final do post; no segundo dia eu tive um ataque de tremedeira... Não consegui me afastar da unb mais que dois quilômetros, e entreguei o carro de volta pro Paulo... :( Vou ligar pro meu antigo instrutor e marcar um bate papo... Tô doida pra dirigir... o lugar mais repugnante que eu conheço é aquela "fedoviária" de Bsb. Não aguento mais ter que passar por aquele lugar;
  3. Na próxima segunda-feira tenho prova de estatística. Ai... que preguiça de fazer tudo de novo! Tem um garoto libanês na minha turma. Se eu, que tenho o português como língua natural, tenho dificuldades de entender, fico imaginando como ele deve se sentir perdido. A gente se comunica com ele falando "portunhês": mistura de português com inglês... Coitado. Falando nisso:
  4. Tô pesquisando, estudando as possibilidades de ir pra Washington DC, fazer um curso intensivo de um mês, pra dar um up grade no inglês. A Shirley, mãe da Minnie, me ofereceu a casa dela pra eu ficar. E eu tô esperando que dê certo. Torçam por mim! Se eu for, isso acontecerá em fevereiro ou março do ano que vem, após a formatura, no final do inverno norteamericano. Nunca fiz uma viagem internacional :)
  5. Falando da Minnie, ela ainda está conosco... e tá gordinha a bicha! Uma fofa! :)
  6. Ah... já ia me esquecendo: Essa semana eu fui convidada pelo meu amogo Fred Burle para fazer um texte para um curta-metragem, e hoje eu fui lá... Será que vou ganhar um papel? No teste eu interpretei uma professora de adolescentes (papel que me foi entregue na hora), respondendo a um entrevistador. Minha tia Rosy perguntou se eu iria virar atriz. hehehehe. De jeito nenhum... eu só quero fazer coisas diferentes, ter histórias interessantes pra contar, me divertir, viver :) Se eu ganhar um papel, corro aqui e conto pra todo mundo!
Imagina eu subindo uma rampinha mais inclinada que essa da foto, e o carrro morrendo... Até agora não entendi o que aconteceu...

Bjokas. Bom domingo

As multidões

Nem todos podem tomar um banho na multidão: ter o prazer da turba é uma arte. Só assim se pode oferecer, à custa do gênero humano, um b...