domingo, 29 de junho de 2008

música e amigos

Oi pessoal!

Dia "master blaster" musical. Flutuei de tanta música pairando sobre a minha casinha! Bem, vou explicar: Precisei gravar uma música da Elisa para concorrer ao Festival Sesc de Música Tom Jobim. Como eu já estava devendo um almoço para alguns amigos músicos, matei dois coelhos numa cajadada só: promovi o almoço e ainda gravei a música. Tocamos, cantamos, conversamos, ouvimos música, vemos vídeos (de música, lógico!), comemos muuuito! Foi um dia delicioso. Agora é só torcer pra eu ser escolhida e fazer a defesa de um belo samba. Os doze promeiros lugares gravarão um cd, e os três primeiro ganharão uma graninha. Seria ótimo ter um retorno financeiro fazendo uma coisa que eu tanto amo, e sem modéstia, faço até bem... :)
Estiveram presentes: ALexia, Eudes e Eudimar. Ah... diz o meu marido que hoje ele comeu a melhor comida que eu já preparei... e eu fiquei toda feliz com o elogio! :)

Curiosidade: é o meu terceiro festival. Em 2002 ganhei o terceiro lugar no festival da Escola Técnica Federal do Amazonas e em 2003 eu participei da Banca Examinadora do Festival Arte e Cidadania da Embrapa Nacional.

Todo mundo mandando bons pensamentos pra mim, ok?

Ah! Meu sofá chegou, e ficou PERFEITO na minha sala. Depois eu coloco uma fotinha. Fico tãããooo feliz em estar construindo minha vida, arrumando minha casinha...

Vocês já repararam no meu playlist no final desta página? Tomara que gostem da minha seleção musical... Um beijo pra vocês!

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Diálogo casual e melodia triste

Trilha sonora: "Eu e a brisa" - Johnny Alf

"Esse fim de semana achei sua mãe tão estranha"
"Como assim, estranha?"
"Sei lá. Serena. Triste"
"Humm... Meus pais estão se separando. Acho que é isso"
"Essa é uma novela que eu já conheço"
"É... eu sei"
"E o enredo reserva final infeliz para todos os personagens"
"É como um tornado destruindo uma cidade sem deixar possibilidade de reconstrução"

Depois desta última frase, desliguei o msn e fui pedir a Deus pra guardar meu casamento...

quarta-feira, 25 de junho de 2008


Ontem eu comprei bala do menino, e mel do ex drogado, no ônibus. Sei que isso não melhorou a vida de ninguém, nem me deixou mais pobre, nem menos desumana... Antes eu ficava me perguntando se esse tipo de atitude ajudava ou atrapalhava... o mesmo dilema que atingia a mim e a algumas pessoas em relação a esmola e todo aquele lance de "não dê esmola. Dê cidadania". No fundo, nunca entendi muito bem esse discurso, e hoje me limito a fazer o que posso. Antes eu não dava esmola alegando que não queria ser sugada por gente acomodada, por picaretas. Hoje eu aboli esse papel de "juiza" da minha vida. Com certeza eu gostaria que tudo fosse diferente... que o menino estivesse brincando ou estudando, e que o jovem nunca tivesse se envolvido com drogas, assim como eu nunca me envolvi. Mas também sei que isso envolve muito mais elementos do que eu sequer posso imaginar.

Hoje eu assisti um programa de tv que falava sobre o projeto da "Mangueira do Amanhã" e o AfroReggae, no Vidigal, RJ. Eu queria muito participar de um projeto social que fosse comprometido com a auto-estima do ser humano, com a capacitação do jovens, com a educação infantil, com a cultura, com a arte, com o objetivo de transformar a realidade social dos marginais.

Eu queria adotar uma criança. Na verdade, eu queria adotar várias...

Fico feliz, porque eu ainda sonho que tenho super poderes e posso mudar o mundo.

Um beijo!

terça-feira, 24 de junho de 2008

Sobre amigos e sofás

Oi pessoal!

Voltando ao "papo de mulher casada" deste post, comprei o meu sofá. Ou melhor, fiz de um jeito que eu adoro, do meu jeito: encomendei um sofá sob medida. Se eu pudesse tudo seria sob medida, até mesmo meus amigos. :) Que bom que sou sincera, né? rs... Acho que estou mesmo me tornando uma tirana, como minha irmã Elisa me acusou. E daí? Todos para o calabouço! rs...

O modelo de sofá que eu escolhi é bem parecido com este da foto que ilustra o post, mas ele não é assim de canto. A cor é bem parecida... É melhor esperar pra ver a foto, né? O que me deixa agoniada é que não posso comprar tudo de uma vez... Porque eu mal comprei máquina de lavar e estofados, já estou escolhendo os tapetes, uma mesa de jantar, a cor das paredes... ainda em isso... mudei pra cá sem pintar as paredes... "só ter paciência que eu chego até lá" como diria João Nogueira.

Ontem fiquei pensando nesse lance de amizade. Sempre penso nisso quando estou na TPM, mas não é o caso no momento... Eu tenho sido muito seletiva, durante toda a vida, em relação às amizades que consolido. quando me deparo com certos "defeitos" (quero aprender a trocar essa palavra por "características") nas pessoas, eu me afasto, alegando que não sei conviver com isso. Entre as características mais repelentes estão:
  1. Gente rancorosa, que apesar do seu pedido de desculpas (e as vezes, até um de perdão), na hora diz que tá tudo bem, mas depois fala naquilo a cada 5 minutos, durante o resto das suas vidas;
  2. Gente que diz que faz e acontece, que estuda horrores, que rala pra caramba, que tem isso, que conhece aquilo, que já viu aquilo outro, que já deu pra não-sei-quem... Ou seja... a mina é a última coca-cola do deserto ardente... Mas não mostra resultado;
  3. Gente pessimista, sugadores de energia... vampiros. Esses são tão difíceis!
  4. Gente furona, do tipo que marca o cinema contigo, você tá na porta da sala, o filme já começou e o fulano liga pra dizer que ta chateado proque não sabe com que roupa vai e cancela o programa...
Bem... acho que todo mundo tem suas características e eu PRECISO parar de olhar pra essas coisas e fazer com que a vida me traga pessoas diferentes. Tenho essa mania de querer as coisas do meu jeito, e isso pode me trazer muitos problemas, e levar pra longe de mim muitas coisas e pessoas legais.

Acho importante fazer essa reflexão sobre mim mesma, acho que isso me deixa um pouco mais lúcida uma vez que me faz olhar pra dentro e perceber que eu sou uma pessoa cheia de falhas e com características irritantes... Acho que a pior delas é que, as vezes sou muito ríspida com meus amigos. Não consigo ser assim com pessoas que não tenho intimidade e sei que isso já magoou algumas pessoas... É como gostar muito da cor e do modelo de um sofá, então você senta nele e descobre que o assento é duro e o encosto desconfortável... É como sentir a estrutura de madeira doer embaixo das suas pernas. Não tem quem agüente!

Bem, por hoje é só. Um abraço macio pra vocês. Tomara que eu tenha muitos amigos pra visitarem minha casa e sentar num sofá bem gostoso.

domingo, 22 de junho de 2008

As vezes eu queria ser Cecília...

Cântico IV

Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.
E então serás eterno.


Eu canto

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.
Irmão das coisas fugidias
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias no vento.
Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei.
Não sei se fico ou passo.
Sei que canto.
E a canção é tudo.
Tem sangue eterno e asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo: - mais nada.
Cecília Meirelles

terça-feira, 17 de junho de 2008

Notícias minhas

Oiê! Como vão?

Eu e minhas correrias... final de semestre na faculdade é um transtorno. Ainda bem que eu não estou trabalhando, senão eu estaria ferrada...

Bem, meu projeto no jornal da UnB vai de vento em popa, e eu tô doida pra ver tudo organizadinho. Afinal de contas, são quase 40 anos de história do jornalismo na unb sendo comidos pelo tempo. Ficarei muito feliz em ver aqueles jornais seguros, organizados e servindo os pesquisadores. Com tantas limitações encontradas pelas universidades públicas do nosso país, já fico satisfeita em atingir meus objetivos, mesmo que com tecnologias mais simples...

Tenho uma novidade: tô fazendo aulas de direção! :) Comecei na quinta-feira passada, mas nem tive tempo de vir aqui pra contar. Hoje eu fui para a rua pela primeira vez. Aguardem cenas dos próximos capítulos.

No dia das mulheres (8 de março) eu ganhei um vasinho de violetas e elas estão vivinhas até hoje. Dia desses comprei um alecrim e deixei morrer. Semana passada eu comprei um vaso com 4 bulbos de lírios brancos. Só ontem vim reparar que eles estão "nus" no vaso. Não vieram com terra no vaso. Pra piorar, o cachepot que eu tenho é pequeno. agora terei que providenciar um vaso, a terra, adubos e um belo cachepot. Lírios brancos merecem. Tomara que eles não morram, ou melhor, que eu não os mate, como fiz com o meu alecrim cheirosinho.

Ontem apresentei um seminário sobre novas mídias e escolhi uma animação do Nelson Botter Jr. para ilustrar uma das coisas que eu disse. Ele roubou a cena. E eu ganhei uma boa nota. Graças a Deus, e ao garoto negociante. O Botter é escritor de um blog de crônicas. Foi no Blônicas que meu vício com blogs começou. Me despeço com o "Mundo dos Negócios" Quem quiser conhecer o cronista clique aqui. Se o seu interesse é no lado publicitário dele, clique aqui. Um abraço!



quarta-feira, 11 de junho de 2008

O último pau-de-arara

Nunca me identifiquei muito com a letra da música "Último Pau de Arara" que já foi gravada por tantos cantores brasileiros: Gilberto Gil, minha querida Maria Bethânia, Fagner, Zé Ramalho, Sérgio Reis, Luiz Gonzaga e tantos outros... Mas esta semana, ouvindo o disco do Gil, "Eu, Tu, eles", trilha sonora de filme homônimo, um trecho da letra me chamou atenção:

"Quem sai da terra natal
Em outro canto não pára"

e fiquei pensando nisso, como que sonha com a morte, como quem tem pressentimentos, e acorda num sobressalto. Eu nunca havia pensado nisso, uma sentença tão óbvia, tão sóbria...

Desse dia em diante passei a considerar qual probabilidade tenho eu de querer voltar pra minha terra natal, Manaus, ou me estabelecer definitivamente em algum lugar. Em Brasília não quero mais ficar, e tenho dito isso há tempos, no meu primeiro blog. Brasília é uma cidade maravilhosa, cheia de oportunidades, limpa e organizada. Mas, sinto que meu tempo aqui esá acabando, que tenho que buscar outros caminhos.

As vezes me sinto como um peregrino sem pouso. Mas me confronto sempre com a expectativa social de ter uma casa, um emprego estável, filhos... e eu sinceramente quero ter todas essas coisas. Qual é o tamanho da minha vontade para ambas as coisas? Elas são exclusivas? Posso ter as duas? Não sei... Me sinto tão dividida quanto à voz que canta...

"Uma parte de mim é todo mundo
outra parte é ninguém, Fundo sem fundo.
Uma parte de mim é multidão,
outra parte, estranheza e solidão.
Uma parte de mim pesa, pondera,
outra parte delira.
Uma parte de mim almoça e janta.
outra parte se espanta.
Uma parte de mim é permanente,
outra parte se sabe derrepente.
Uma parte de mim é só vertigem,
outra parte é linguagem.
Traduzir uma parte noutra parte,
que é uma questão de vida ou morte,
Será Arte?"

Letra da música "Traduzir-se", de Fagner e Ferreira Gullar.


terça-feira, 10 de junho de 2008

Site bem legal para comprinhas...

Postado numa Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

Alimentando o marcador "Papo de mulher casada"... rs... Achei um site maravilhoso, por indicação da Casa da Chris, que é uma perturbação para "donas-de-casa-fashion-gastadeiras-vintage" como eu... hahaah Lá você encontra desde caminhos de mesa, porta-retratos e até pêndulos lindinhos para sua "home-sweet-home".

Olha que "fofura-fashion-brasileira" esse jogo de sousplat:



Isso você encontra aqui na Rosamundo.

Beijo.

Deus ajuda, sim!

Postado numa Segunda-feira, 9 de Junho de 2008

"Deus ajuda quem cedo madruga", já diria o velho deitado... Mas, será que ele também considera "cedo" acordar às 9h25 do domingo? Uma vez que a normalidade pra mim, no domingo é 11h... acho que Ele gostou de me ver disposta, e de pé, neste horario ontem...


Não satisfeita, hoje eu levantei 6h10 da matina. É isso aê... rs... O motivo de pular da cama, tão logo clareie o dia, é simples: tenho muuuuuita matéria pra estudar. Ontem fiquei envolvida elaborando um seminário sobre o conteúdo das mídias de comunicação no Brasil (TVs pagas, tv aberta, tvs públicas, telecom e internet) e gostei tanto de estudar outra coisa que não seja Estatística (aliás, essa novela merece um post) que não queria mais parar. Eu gosto de estudar.

Mas eu só gosto de estudar coisas reais... coisas que acontecem. É por isso que eu escolhi uma Ciência Humana! Eu odeio estudar números. Pra mim, não tem como calcular um valor de X porque X não é número, é letra. E só por ser letra, não deveria estar ali rodeado de símbolos matemáticos que pra mim não fazem sentido algum. Mas, a vida é assim... a Universidade é assim: cheia de coisas inúteis (para o meu contexto de mercado) que são colocadas no seu currículo com o único objetivo de fazer com que você desista de estudar, e vá vender sapato numa loja do shopping. Eu não sou assim: lutei tanto pra conseguir entrar numa Federal e de lá eu só saio formada. Ninguém me tira!!! :)

Bem, tenho que terminar o projeto do meu estágio. Faço estágio na redação do jornal-laboratório Campus, o mais antigo do país neste segmento. Meu desafio é elaborar o projeto arquivístico de gestão do periódico. Adoro trabalhar lá, o único problema é que nem minha professora orientadora, nem a quase-jornalista que me ajuda no projeto, me dão atenção... e eu não posso fazer tudo sem orientação... Uma pena.

Bem, agora vou tomar um chocolatinho quente, porque Brasília está com aquele clima de deserto: de manhã e a noite aquele frio de bater o queixo. A tarde um calor e uma secura de rachar. Boa semana para vocês. Estudem! Aproveitem pra curtir um pouco de música (confira as dicas da semana lá no "2 Olhos negros"). Beijos. E que Deus nos ajude.

Cabelo, cabeleira, cabeluda, descabeladaaaaaa

Postado numa Sexta-feira, 6 de Junho de 2008

Quarta-feira passada eu estava naqueles dias que querer uma mudança radical. Olha no que deu:




Ainda bem que, pelo menos no meu caso, "lavou, tá novo!" Rs... É só clicar na imagem que a coisa aumenta.
Beijos

Sobre a confiança


Postado numa Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

Confiança é como uma porcelana cara e delicada colocada sobre a beirada de uma mesa, pronta para cair após um esbarrão. É coisa que se leva muito tempo pra construir, e num segundo está no chão, estilhaçada em mil pedaços. Você pode até colar os cacos, mas a peça nunca voltará a ser igual.

São os pequenos momentos de fragilidade que definem quem você é. São as pequenas atitudes - que podem parecer tão insignificantes - que marcam a vida para sempre.

Hoje eu sou estes cacos, ainda no chão, totalmente sem forma.

E me pergunto, parafraseando uma exposição muito bonita que eu vi no Rio de Janeiro a uns meses atrás: "do caco se faz história?".

Banzo...

Postado numa

Quinta-feira, 5 de Junho de 2008

A minha terra, apesar de capital, parece cidade do interior. Todas as casas parecem sítios, onde a gente põe o pé na terra sempre úmida, onde a gente colhe o fruto da terra com as mãos, e o cheiro do fruto fresco sempre nos atrai para mais um.

Na minha terra feriado é sempre férias, motivo pra tomar um banho de rio, motivo pra assar um peixinho na brasa.

Na minha terra as pessoas conversam com seus vizinhos na frente de suas casas, de suas portas e janelas sempre abertas. Os homens andam sem camisa, as mulheres sentam de cócoras, os meninos brincam no igarapé, comem maracujá do mato, as meninas colhem suas flores de cheiro doce.

E todo mundo adora o cheiro de terra molhada.

E eu adoro a minha terra. Só de lembrar de lá meu peito aperta e eu quero chorar de tanta saudade! Eu sou apaixonada por Manaus e sou a cabocla mais orgulhosa!

Eita, vontade de voltar pra casa!

Postado numa Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Sou contra:

  • falsidade
  • falta de grana
  • falta de amor
  • falta de paz
  • notícias ruins passando o dia todo, todos os dias na tv;
  • intolerância
  • racismo
  • um semestre todo sem feriado prolongado
  • falta de respeito
  • gente mal amada solta por aí
  • gente que só sabe brigas nas comunidades do orkut
  • gente que se mete na minha vida
  • gente que dá pitaco sobre o meu cabelo sem que eu tenha pedido
  • falta de conforto
  • música ruim
  • gente sem noção
  • gente sem noção que acha que pode sair cantando por aí (o rádio e a tv estão cheios desse tipinho)
  • gente murrinha.

Sou a favor

  • de almoçar com as amigas
  • de gente que ri de tudo
  • de motivos para rir de tudo
  • de grana (desde que honesta e para todos)
  • de dançar pra espantar os problemas
  • de abrir um jornal pra entender o quanto o mundo é grande e nós somos pequenos
  • de paz e de amor
  • de "gente fina, elegante e sincera"
  • de fazer amigos em qualquer hora e lugar
  • de sorvete, até no frio
  • de feriado prolongado pelo menos uma vez por mês
  • de opinião emitida com respeito
  • música boa, sem restrições
  • de gente guerreira
  • praia e cachoeira, no mínimo uma vez no ano
  • de gente mão aberta.

Quero coisas boas todos os dias.

Beijos.

Arquivologia - e eu nem sabia que essa coisa existia!

Postado numa Terça-feira, 3 de Junho de 2008

O Word é burro. Toda vez que eu uso um computador diferente do meu, tenho que adicionar ao dicionário a palavra Arquivologia, porque ele sempre indica erro e sugere "Arqueologia". É Arquivologia, Bill Gates!

Isso sem falar em "Arquivista", "Arquivística", "Arquivístico" e etc...

Com que roupa?

Postado numa Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Ok. Que as mulheres são loucas quando o assunto é roupa, todo mundo já sabe. Que mulheres nunca sabem o que vestir, todo mundo já tá enjoado de saber. Mas eu estou procurando um modelito de vestido para o meu baile de formatura, e não acho um segundo os meus parâmetros. O detalhe é que eu não entendo quase nada de moda, mas não sou nenhuma sem noção. Quero um vestido clássico (que eu possa me ver daqui a 20 anos e não me sentir cafonésima) que seja sensual, que valorize minha altura (nem sou tão alta assim) e que me deixe LINDA, muito mais do que eu já sou. (Minha outra característica marcante é a modéstia, como vocês podem ver... rs...). Mas, eu quero mesmo um vestido clássico. Mas, como a festa será em pleno verão brasileiro, pensei num modelo clássico, porém estampado, com um tecido nobre e brilhante. Já tô viajando nisso, né? Olha que lindo esse:


Pesquisando por aí, achei esse blog bem legal: http://comqueroupa.blogspot.com/

Achei também estes modelitos todos. Ah... Eu não estou grávida (antes que os bicudos de plantão perguntem, mas o modelo cinza é lindo!)



Este vermelho precisa de um pouco de glamour, mas é lindo. O verde é básico:



O próximo pede um corpo deslumbrante... e eu não sei ser tão pretensiosa de dizer se consigo ou se quero pagar o preço pra chegar lá, nos sete meses que me separam da minha festa:



Bjokas

Quero comprar um sofá legaaaal

Postado numa Sexta-feira, 30 de Maio de 2008





Ah... se meus problemas se resumissem em "qual desses devo escolher?"... rs... Acho que o penúltimo combina mais com o meu estilo e o do Paulo porque parece ser mais despojado... Tirei a foto desses belíssimos sofás daqui e daqui.

Vitória

Postado numa Quinta-feira, 29 de Maio de 2008

Viver e lutar pelos sonhos, nesse mundo cheio de coisas e pessoas más, é um desafio que me cansa e ao mesmo tempo me excita. Me excita querer sempre mais da vida, das pessoas. A cada pequena vitória eu sinto que as coisas podem acontecer, se eu me dedicar, e não desistir. Coisas que finalmente estão se realizando, depois de muito tempo, muito "sangue, suor e lágrimas":

  1. Minha formatura está chegando - quem diria que aquela menina nortista, namoradeira horrores, que dormia com um rádio-relógio ligado debaixo do travesseiro, e que "levava a vida na flauta", iria conseguir? Logo a filha da professorinha e do vendedor baiano... Tinha tudo pra "embuchar" cedo... hahahahah
  2. Comprei meu apartamento esse ano - quem diriiiiiiiia, meu Deus! Logo eu... que vivi tanto tempo sendo humilhada na casa dos outros aqui em Brasília. aliás, um alerta: dividir apartamento com seres estranhos pode ser uma experiência humilhante.
  3. Casei - caramba! Eu tenho um marido perfeeeito! (Quer dizer, perfeito para os padrões atuais...rs...) Logo eu, que queria ganhar muito dinheiro pra poder comprar o namorado que eu quisesse...


"E a mão que hoje te joga pedras / Ainda irá te aplaudir..."

Sabe por que? Primeiro porque Deus me ama! Segundo porque eu "sou caboquinha, da pátria d'água, com muito orgulho e farinha!" Manauara, com muito orgulho. Eu sou guerreira.

Beijo pra vocês!

"Eu tô dividindo pra poder sobrar"


Postado numa Quarta-feira, 28 de Maio de 2008

Quem faz muita coisa não faz nada bem" é o que diz a sabedoria popular (que, por acaso, quase sempre é burra), e, quem sou eu pra contestar? O fato é que ando me desdobrando, de dividindo em várias pra dar conta de tantos papéis que eu mesma me coloquei. O telefone toca o tempo todo, e quase nunca a pessoa do outro lado é a mesma, nem sempre é sobre o mesmo assunto da ligação anterior, então a cabeça tem que estar rápida o suficiente pra sair da China e pousar na Bahia mais rápido que a velocidade do som.

Se posso dar uma dica de ouro pra alguém, lá vai: faça uma coisa de cada vez: primeiro estude, depois seja uma excelente profissional, ganhe dinheiro, viaje muito, depois namore, case, e depois tenha filhos... Enfim... faça cada coisa no seu tempo. Não se envolva com projetos longos, que te tomem muito tempo, vários ao mesmo tempo.
Mas, eu devo confessar: eu adoro esses dias pilhados, eu amo estar no limite. Eu adoro essa muvuca... deve ser por isso que eu exerço os papéis de estudante, profissional, membro da comissão de formatura, esposa, amante, dona de casa (rs...). Só não quero um bebê agora porque isso seria muita sarna pra eu me coçar...

Quando a gente é criança tudo passa tão devagar. Eu sempre ouvia minha mãe dizer que depois dos 15 anos o tempo passa mais depressa. Deve ser verdade... rs...

Um beijo pra você. Corra, Lôca, corra!

Terei a imagem daqui. E lá tem outras legais.

Inauguração do blog

Postado num domingo, 25 de Maio de 2008

oi pessoal

Começar a construir algo é muito difícil pra mim. O início de qualquer trabalho, qualquer relação, é desconfortável. Mas eu queria sair do meu primeiro blog, mudar de endereço. ele foi criado quando eu tinha 22 anos... e é símbolo de uma outra época. Acho que eu cresci muito de lá pra cá. Vivo outras coisas, estou em outra fase. Estou mais segura, sem as neuras da imaturidade, embora não me considere ainda uma "mulher madura", por isso o blog se chama "Fruto de Vez".

Bem, é isso... esse é meu novo cantinho pessoal de bobagens na web, a mesma proposta do antigo, mas com uma quantidade menor de bobagens. :)

Espero que vc goste.

um beijo!

Procura da poesia - Drummond

Postado em Sexta-feira, 23 de Maio de 2008


"Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso à efusão lírica.

Tua gota de bile, tua careta de gozo ou dor no escuro
são indiferentes.
Não me reveles teus sentimentos,
que se prevalecem de equívoco e tentam a longa viagem.
O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia.

Não cantes tua cidade, deixa-a em paz.
O canto não é o movimento das máquinas nem o segredo das casas.
Não é música ouvida de passagem, rumor do mar nas ruas junto à linha de espuma.

O canto não é a natureza
nem os homens em sociedade.
Para ele, chuva e noite, fadiga e esperança nada significam.
A poesia (não tires poesia das coisas)
elide sujeito e objeto.

Não dramatizes, não invoques,
não indagues. Não percas tempo em mentir.
Não te aborreças.
Teu iate de marfim, teu sapato de diamante,
vossas mazurcas e abusões, vossos esqueletos de família
desaparecem na curva do tempo, é algo imprestável.

Não recomponhas
tua sepultada e merencória infância.
Não osciles entre o espelho e a
memória em dissipação.
Que se dissipou, não era poesia.
Que se partiu, cristal não era.

Penetra surdamente no reino das palavras.
Lá estão os poemas que esperam ser escritos.
Estão paralisados, mas não há desespero,
há calma e frescura na superfície intata.
Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.
Tem paciência, se obscuros. Calma, se te provocam.
Espera que cada um se realize e consume
com seu poder de palavra
e seu poder de silêncio.
Não forces o poema a desprender-se do limbo.
Não colhas no chão o poema que se perdeu.
Não adules o poema. Aceita-o
como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada
no espaço.


Chega mais perto e contempla as palavras.
Cada uma
tem mil faces secretas sob a face neutra
e te pergunta, sem interesse pela resposta,
pobre ou terrível que lhe deres:
Trouxeste a chave?

Repara:
ermas de melodia e conceito
elas se refugiaram na noite, as palavras.
Ainda úmidas e impregnadas de sono,
rolam num rio difícil e se transformam em desprezo."

Ai, que trabalheira... tive que excluir o blog e refazer porque peguei um template na internet que estragou toda a configuração que eu tinha mexido, excluiu um monte de recursos que o blogspot oferece. Tentei mudar para um layout do próprio blog, mas nem assim deu certo... por isso vou colocar aqui as postagens originais.

Bjos

Aplicada a conhecer e entender de Cinema

Então... há algum tempo eu ando incomodada com o meu pouco conhecimento sobre cinema aliada a uma péssima memória dos filmes que assisto. Co...